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INTERIOR

Contra Covid-19, prefeito proíbe festas, casamentos e até jogos de bilhar

Cidade de Mato Grosso do Sul não registrou nem mesmo suspeitas do novo coronavírus
24/05/2020 16:21 - Adriel Mattos


A cidade de Bandeirantes, na região central de Mato Grosso do Sul, vive sob medidas bastante restritivas contra a Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus. Até agora, não foi registrado nenhum caso.

Decreto de 15 de maio tornou obrigatório o uso de máscaras nas vias públicas. E para evitar aglomerações, o prefeito Álvaro Urt (DEM) proibiu a realização de festas, casamentos, bingos e eventos esportivos como jogos de futebol. Sem leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva), a prefeitura adquiriu dois respiradores.  

Ao Correio do Estado, o prefeito Álvaro Urt (DEM) destacou que os municípios vizinhos já tem confirmações e a preocupação em Bandeirantes é a circulação através da rodovia BR-163. “No primeiro momento, as pessoas menosprezaram, achando que não era tão grave. Hoje a população tem se conscientizado”, explicou.

A realização de missas e cultos também está sob restrição. “Apenas uma reunião por semana e quem está no grupo de risco não pode participar”, frisou Urt. O comércio não chegou a ser fechado, mas também deve cumprir várias normas, como higienização das mãos com álcool em gel e distanciamento de 1,5m.

Os estabelecimentos fecham às 20h, e meia hora depois, começa o toque de recolher no município. consumo de tereré, chimarrão, narguilé e similiares também está proibido. Visitas a pacientes no hospital da cidade estão limitadas a apenas uma pessoa.

 

“Estamos satisfeitos no momento. Houve uma boa adesão às normas e a Polícia Militar, Polícia Civil, Ministério Público e Vigilância Sanitária estão empenhados no combate”, finalizou o prefeito.

 

 
 

Felpuda


Nos bastidores, há quem garanta que a única salvação, de quem está com a corda no pescoço, é ele aceitar ser candidato a vice-prefeito em chapa de novato no partido. Vale dizer que isso nunca teria passado por sua cabeça, uma vez que foi eleito com, digamos, “caminhão de votos”. Se aceitar a imposição, pisaria na tábua de salvação; se recusar, poderá perder o mandato. Ah, o poder!