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DURANTE A PANDEMIA

Contratos de R$ 12,4 milhões para o transporte de alunos são suspensos em MS

Ao todo, são 39 acordos firmados com nove empresas, com vigência de um ano. Algumas delas faturam mais de R$ 3 milhões
16/06/2020 12:39 - Nyelder Rodrigues


O Governo de Mato Grosso do Sul suspendeu 39 contratos que mantém com nove empresas para realizar o transporte de alunos moradores de áreas rurais em todo o Estado. Ao todo, os contratos somam R$ 12.408.418,12 e tem vigor, cada um deles, pelo período de um ano. Contudo, alguns vigoram desde 2016, sob efeito de prorrogação.

As publicações constam nas edições de ontem e hoje (16) do Diário Oficial, com efeito a partir de 1º de abril. Alguns desses acordos se encerravam naquele mesmo mês e não foram renovados. O motivo da suspensão é a paralisação das aulas no período de pandemia da covid-19 - desde 23 de março elas não acontecem presencialmente.

Enquanto as aulas da rede estadual de ensino continuarem sem ser realizadas nas escolas, a suspensão dos contratos perdurará. Não existe previsão de retorno, ainda mais diante da situação causada pelo aumento súbito de casos de covid-19 em Mato Grosso do Sul.

Das nove empresas, a que possui mais contratos suspensos é a CQP Transportes LTDA, com previsão de receber R$ 3.391.061,88 em um ano pelos serviços prestados em 12 acordos firmados com o Governo. Já a que mais faturava em cima dos tratos adiados é a Transpiccoli Transporte LTDA, com 11 contratos no valor de R$ 3.592.641,49.

Na lista de contratos suspensos ainda aparecem as empresas LTB Transportes Eireli, com cinco contratos no total de R$ 3.191.940,29, Vip Tur Transporte e Turismo LTDA, com três contratos de R$ 555.225, a Tuca Transportes Eureli EPP, com três acordos de R$ 728.805 ao todo, e a NAF Transportes Eireli, com dois tratos de R$ 410,3 mil.

Três empresas menores, que operam no regime de microempresa, operam outros três contratos suspensos, sendo elas a Daniel Cury de Lacerda, Luiz Carlos Oliveira Rezende e Odilon de Oliveira Rezende. Ao todo, os acordos somam R$ 538.444,46.

 
 

Felpuda


Dia desses, há quem tenha se lembrado de opositor ferrenho – em público –, contra governante da época, mas que não deixava de frequentar a fazenda de “sua vítima” sempre que possível e longe dos olhos populares. Por lá, dizem, riam que só do fictício enfrentamento de ambos, que atraía atenção e votos. E quem se lembrou da antiga história garantiu que hoje ela vem se repetindo, tendo duas figurinhas carimbadas nos papéis principais. Ô louco!