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PANDEMIA

'Bafômetro’ que detecta coronavírus pode ajudar na segurança de viagens, aponta pesquisa

Método eletro-ótico foi criado por pesquisadores israelenses
15/05/2020 11:43 - Bruna Aquino


Todos os mecanismos para detectar e curar o novo coronavírus é bem-vindo. Uma espécie de bafômetro que detecta a presença do vírus em apenas um minuto, por meio da respiração, pode ser a solução para um maior controle e segurança de passageiros que passam por embarques nos aeroportos e cruzeiros marítimos de todo o mundo. 

Esse bafômetro é o novo método eletro-ótico criado por pesquisadores israelenses que, se aprovado, poderá chegar ao mercado internacional em outubro ou novembro ainda deste ano. 

Ele foi desenvolvido por cientistas da Universidade Ben-Gurion, em Israel, e testado em 120 pessoas, obtendo sucesso em mais de 90% dos casos. De acordo com Gabby Sarusi, professor que coordenou a pesquisa, o teste deve chegar ao mercado a um valor entre 50 e 100 dólares.

COMO FUNCIONA?

O teste é feito com um chip eletrônico com milhares de sensores que analisam amostras da garganta ou do nariz, dando um resultado positivo ou negativo para a presença do vírus. 

O novo método deve ser submetido à Food and Drugs Administration (FDA), a agência americana de controle de alimentos e medicamentos, dentro de um mês e meio. Enquanto isso, pesquisadores trabalham no desenho e no protótipo do aparelho. 

UM MINUTO
A vantagem do método em relação a outros testes já existentes é que o vírus pode ser detectado no paciente apenas poucas horas após ele ter sido infectado — o que seria mais do que bem-vindo em aeroportos, cruzeiros marítimos, viagens de ônibus interestaduais e para controle em barreiras sanitárias e até empresas. 

O diferencial é que o chip está conectado à nuvem e leva todos os resultados para um banco de dados que pode ser acessado por autoridades, facilitando o rastreamento do percurso do vírus.

 

Felpuda


Dia desses, há quem tenha se lembrado de opositor ferrenho – em público –, contra governante da época, mas que não deixava de frequentar a fazenda de “sua vítima” sempre que possível e longe dos olhos populares. Por lá, dizem, riam que só do fictício enfrentamento de ambos, que atraía atenção e votos. E quem se lembrou da antiga história garantiu que hoje ela vem se repetindo, tendo duas figurinhas carimbadas nos papéis principais. Ô louco!