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COMBATE AO CORONAVÍRUS

Barreiras sanitárias apresentam redução de 22% no fluxo de pessoas no feriado em MS

Até o momento, as unidades registraram 43 casos suspeitos da Covid-19
11/04/2020 15:31 - Fábio Oruê


 

Dados da Comissão de Controle Sanitário de Mato Grosso do Sul (CCS/MS) mostram que o fluxo nas 17 barreiras apresentou redução de 22% nesta sexta-feira Santa (10), com 10.579 pessoas abordadas ao entrar no eSTADO.

O número é diferente em relação à véspera de feriado, na quinta-feira (9), em que 13.617 pessoas entraram em MS vindos de outras regiões do país. Porém, o índice ainda foi maior em relação ao último final de semana que registrou média de 7 mil pessoas abordadas.

De todas as barreiras, os postos fiscais que fazem divisas com São Paulo são os que mais registram a entradas de pessoas em Mato Grosso do Sul. O Posto de Bataguassu registrou 17.887 pessoas abordadas em 8.644 meios de transportes.

Já o Posto Fiscal de Três Lagoas, apresentou o quantitativo de 13.421 pessoas abordadas em 5.946 meios de transportes. O Aeroporto Internacional de Campo Grande registrou 1.560 pessoas abordadas em 32 aeronaves que pousaram na Capital.

Do total geral, a Comissão de Controle Sanitário registra até o momento 80.938 pessoas abordadas em 38.415 meios de transportes. Os veículos de passeio ainda são a maioria: 26.187.

Até o momento, as unidades registraram 43 casos suspeitos da Covid-19, sendo que 17 foram descartados e 15 pessoas receberam orientação para cumprirem isolamento domiciliar por 14 dias. 

Em todo o Estado, 100 casos foram confirmados. Desse número 14 estão internados, 37 cumprem isolamento domiciliar e 37 deixaram a quarentena após não apresentarem mais sintomas, estando “curados”. Outros dez receberam alta hospitalar e dois óbitos foram confirmados. 

 

Felpuda


Nos bastidores, há quem garanta que a única salvação, de quem está com a corda no pescoço, é ele aceitar ser candidato a vice-prefeito em chapa de novato no partido. Vale dizer que isso nunca teria passado por sua cabeça, uma vez que foi eleito com, digamos, “caminhão de votos”. Se aceitar a imposição, pisaria na tábua de salvação; se recusar, poderá perder o mandato. Ah, o poder!