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COVID-19

Governo inicia compra emergencial de kits para 10 mil testes do coronavírus

Materiais que permitem o diagnóstico da Covid-19 devem chegar em abril
21/03/2020 15:29 - Glaucea Vaccari


 

Secretaria Estadual de Saúde (SES) realiza, em caráter emergencial, a compra de 200 kits de testes de coronavírus, que possibilitam a realização de 10 mil exames de detecção da doença. Os testes deverão ser entregues à Secretaria Estadual de Saúde (SES) em abril.

De acordo com a SES, a medida faz parte de determinação para que não faltem insumos utilizados pelo Laboratório Central de Mato Grosso do Sul (Lacen-MS) no diagnóstico da Covid-19.

Nessa semana, foi aberto o procedimento emergencial para a compra de cinco mil testes e, na próxima semana, será aberto um novo processo, para a aquisição de mais cinco mil, totalizando os 10 mil testes.

Além da compra emergencial, na sexta-feira (20) chegaram 10 kits enviados pelo Ministério da Saúde, com capacidade para realização de 248 exames. Outros 10 já haviam sido enviados no dia 9 de março. No Lacen, restava material suficiente para 396 testes, mas com a possibilidade de realização de número maior de exames diariamente, governador Reinaldo Azambuja determinou a abertura do procedimento emergencial.

Atualmente, o Lacen realiza, em média, de 20 a 25 testes de coronavírus por dia, com amostras enviadas de todos os municípios do Estado.

EXAME DIAGNÓSTICO

O exame para o novo coronavírus é um teste de biologia molecular que identifica o material genético do vírus. A cada rodada, com cerca de 30 testes ao mesmo tempo, são utilizados um exemplar positivo e o outro negativo para controle.

Na análise o laboratório utiliza amostras de secreções das vias respiratórias (do nariz e garganta). Esses materiais são coletados das pessoas com a suspeita da doença com o uso de swabs, um tipo hastes longas de plástico com algodões em suas pontas, ou aspirados por sonda.

 

Felpuda


É quase certo que a aposentadoria deverá ocorrer de maneira mais rápida do que se pensava em determinado órgão. O que deveria ser a tal ordem natural dos fatos acabou sendo atropelada por acontecimentos considerados danosos para a imagem da instituição. Os dias estão passando, o cerco apertando e já é praticamente unanimidade de que a cadeira terá de ter substituto. Mas, pelo que se ouve, a escolha não deverá ser com flores e bombons de grife.