Especial Coronavírus (COVID-19) - Leia notícias e saiba tudo sobre o assunto. Clique aqui.

CAMPO GRANDE

Teste do coronavírus custa até R$ 400 nos laboratórios privados

Tendência é que a procura seja maior a partir da próxima semana
14/03/2020 10:00 - Eduardo Miranda, Fábio Oruê


 

Os laboratórios privados de Campo Grande passaram a testar para o novo coronavírus nesta semana. A procura já começou, e a tendência é que ela seja maior a partir da próxima semana. Os exames, que desde esta sexta-feira (13) podem ser bancados pelos planos de saúde custam entre R$ 250 e R$ 400.

Os laboratórios da rede Sabin passaram a testar o novo coronavírus na segunda-feira. Nesta semana, foram realizados pelo menos cinco testes, informou a coordenadora técnica das unidades Sabin no Estado, Bruna Luiza Hoff. Ela explica que os resultados dos testes têm o prazo de três dias para serem enviados pela unidade de Brasília, que centraliza os exames do novo coronavírus na rede Sabin de todo o Brasil.  

Todos os laboratórios que testam o coronavírus vão às casas dos casos suspeitas e usam os critérios estabelecidos pelo Ministério da Saúde. “Eles são parametrizados de uma forma diferente”, explica Bruna Hoff. As roupas tapam praticamente todo o corpo.

Ela acredita que a procura deve aumentar por duas razões: a abertura para convênios e também a disseminação da doença, já prevista por infectologistas. “Todos exames que fazemos, informamos o Laboratório Central de Mato Grosso do Sul. Operamos em conjunto com a rede pública”, explicou a coordenadora técnica.  

No Sabin, os exames custam R$ 350, e o resultado sai em até três dias úteis.

No Labclin, o teste sai por R$ 250. Neste laboratório, a orientação é que só solicitem os exames pessoas que têm os sintomas.  

O Labminei cobra R$ 350 pelos exames, enquanto o laboratório Célula cobra R$ 400. Nesta unidade, os exames só são autorizados com indicação médica. 

 

Felpuda


É quase certo que a aposentadoria deverá ocorrer de maneira mais rápida do que se pensava em determinado órgão. O que deveria ser a tal ordem natural dos fatos acabou sendo atropelada por acontecimentos considerados danosos para a imagem da instituição. Os dias estão passando, o cerco apertando e já é praticamente unanimidade de que a cadeira terá de ter substituto. Mas, pelo que se ouve, a escolha não deverá ser com flores e bombons de grife.