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SAÚDE

Instituto descarta seis casos de coronavírus em MS

Estado tem cinco casos suspeitos do Covid-19
05/03/2020 16:56 - Glaucea Vaccari


 

Seis casos suspeitos de coronavírus em Mato Grosso do Sul foram descartados por exames do Instituto Adolfo Lutz (IAL), de São Paulo, darem resultado negativo. Atualmente, a Secretaria Estadual de Saúde monitora cinco casos suspeitos do Covid-19, todos em Campo Grande, conforme boletim epidemiológico divulgado nesta quinta-feira (5).

Casos que resultaram negativo e foram descartados eram de pacientes de Ponta Porã, que havia viajado para a Tailândia com escala na China e Alemanha; e outros cinco de Campo Grande, sendo quatro com passagens pela Itália e um por Alemanha e Paris. 

Além destes, outros três casos suspeitos foram descartados após teste do Laboratório Central (Lacen) dar positivo para Influenza A e outros oito foram excluídos por não se encaixarem na definição de caso suspeito do Ministério da Saúde.

Os cinco casos que ainda estão em investigação já passaram pelo exame de triagem do Lacen e foram enviados para Instituto Adolfo Lutz para serem pesquisados outros tipos de vírus respiratórios, incluindo o novo coronavírus. Todos os pacientes são de Campo Grande e quatro deles viajaram para a Itália e uma para a Coréia do Sul.
Desde o dia 25 de janeiro, foram registradas 22 notificações de casos suspeitos do coronavírus em Mato Grosso do Sul. 

Em todo o Brasil, até esta quinta-feira (5), o Ministério da Saúde confirmou oito casos de coronavírus, totalizando seis em São Paulo, um no Rio de Janeiro e outro no Espírito Santo.

Já o relatório situacional do Covid-19 no mundo, divulgado pela Organização Mundial da Saúde, aponta 93.090 casos confirmados da doença em 76 países, com 3.198 mortes. 

 

Felpuda


Figurinha carimbada ganhou o apelido de “biruta”, instrumento que indica direção do vento e, por isso, muda constantemente. Dizem que a boa vontade até existente ficou no passado, e as reclamações são muitas, mas muitas mesmo, diante das decisões que vem tomando a cada mudança de humor do eleitorado. Como bem escreveu o poetinha Vinicius de Moraes: “Se foi pra desfazer, por que é que fez?”.