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COVID-19

Com quase 100 curados, Campo Grande volta a ter região sem coronavírus

Centro e Prosa têm maioria de casos, mas curados superam casos ativos
02/05/2020 17:02 - Glaucea Vaccari


 

Dos 137 casos de coronavírus confirmados em Campo Grande, 99 estão curados. Com o alto índice de recuperação, a Capital voltou a ter uma região sem casos da Covid-19, sendo o Imbirussu, onde todos os seis pacientes que testaram positivo finalizaram a quarentena, não apresentam mais sintomas.  

De acordo com a ferramenta virtual Sisgran-Coronavírus, que mostra a distribuição geográfica dos casos confirmados e suspeitos na Capital, o centro e a região do Prosa continuam como epicentros, com a maioria de casos. Apesar disso, regiões também concentram mais curados do que confirmados.

No Imbirussu, desde o início da pandemia, foram seis infectados, nos bairros Residencial Nelson Trad, Jardim Aeroporto, Vila Alba, Vila Almeida e dois no Coophatrabalho, todos já recuperados. A região não tem mais nenhum paciente que testou positivo para a doença, mas há quatro suspeitos em monitoramento, no Núcleo Industrial, Ana Maria do Couto, Petropólis e Jardim Imá.  

Região do Lagoa também tem maioria de curados no comparativo com os casos ativos, sendo sete recuperados e dois ainda com o vírus, no Tarumã e Leblon. Anhanduizinho, que foi a última região a confirmar casos, tem três curados e três ainda infectados. NO Segredo, também são três casos ativos e seis que finalizaram a quarentena.

Bandeira, primeiro epicentro do coronavírus nas primeiras semanas de pandemia, têm, até este domingo, sete pacientes com Covid-19 e 30 curados. No Residencial Damha, que chegou a ter pico de casos, todos se recuperaram.

Já na região do Prosa, são 11 confirmações ativas do novo coronavírus, a maioria no Novos Estados, e mais de 20 que venceram a doença. Centro tem um caso a menos, somando dez, também com dezenas de curados. 

 

Felpuda


Apressadas que só, figurinhas tentaram se “apoderar” do protagonismo de decisão administrativa. Não ficaram sequer vermelhas quando se assanharam todas para dizer que tinham sido responsáveis pela assinatura de documento que, aliás, era uma medida estabelecida desde 2019. Quem viu o agito da dupla não pode deixar de se lembrar daquele pássaro da espécie Molothrus bonarienses, mais conhecido como chupim, mesmo. Afe!