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SAÚDE

Dois ou cinco casos? Entenda a diferença nos dados sobre as suspeitas do novo coronavírus em MS

Ministério da Saúde só atualiza as suspeitas a cada 24 horas
27/02/2020 18:29 - Eduardo Miranda


A Secretaria Estadual de Saúde explicou o motivo da divergências nos números de casos suspeitos de novo coronavírus na lista estadual, e nos dados divulgados pelo Ministério da Saúde. Segundo a secretaria, há um lapso temporal na atualização dos sistemas, de até 24 horas. Enquanto o Ministério da Saúde informa dois casos suspeitos no Estado, o órgão estadual divulgou cinco investigações em andamento, com pacientes isolados.  

A diferença na atualização dos dados e o cumprimento de protocolos pode levar a uma diferença de até 24 horas na atualização dos dados. Portanto, a secretaria de Saúde de Mato Grosso do Sul confirma os casos suspeitos: quatro em Campo Grande e um em Ponta Porã.  

Em Campo Grande estão isolados uma mulher de 65 anos, que esteve recentemente na Itália, e que tem doenças cardíacas (fator de comorbidade). Uma mulher de 53 anos também está em isolamento, além de uma garota de 18 anos de idade que esteve recentemente na Coreia do Sul e uma criança de 8 anos que esteve na Itália. Em Ponta Porã está internado um rapaz de 24 anos de idade. Ele foi o primeiro caso suspeito, e depois de terem os testes para outros vírus com resultado negativo, as amostras foram encaminhadas para o laboratório referência, o Instituto Adolfo Lutz. O instituto também fará a prova das amostras dos pacientes internados em Campo Grande.  

Os resultados dos testes do Adolfo Lutz serão divulgado na próxima semana. 

Hoje o ministério da Saúde atualizou os dados do novo coronavírus no Brasil: 1 caso confirmado, 132 suspeitos, e 213 notificações que podem ser confirmadas em breve. 

 

Felpuda


Alguns pré-candidatos que estão de olho em uma cadeira de vereador vêm apostando apenas nas redes sociais, esperançosos na conquistados votos suficientes para se elegerem. A maioria pede apoio financeiro para continuar mantendo suas respectivas páginas, frisando que não aceita dinheiro público ou de político, fazendo com que alguns se lembrem daquela famosa marchinha de carnaval: “Ei, você aí, me dá um dinheiro aí, me dá um dinheiro aí...”. Como diria vovó: “Essa gente perdeu o rumo e o prumo”.