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SAÚDE

Homem com coronavírus participou de confraternização com 30 familiares

Na festa ele não apresentou sintomas
26/02/2020 15:56 - Estadão Conteúdo


O homem de 61 anos infectado pelo novo coronavírus, primeiro caso confirmado da doença no Brasil, reuniu-se em uma confraternização com cerca de 30 parentes no domingo de carnaval, 23, antes de apresentar sintomas da doença. Todos os familiares estão sob monitoramento da vigilância sanitária. Segundo o Ministério da Saúde, apesar destes contatos, cada infectado, em média, transmite a doença para outras duas ou três pessoas.

“Não vamos imaginar que teremos 80 novos portadores do vírus porque alguém teve contato com 80 pessoas”, disse o secretário-executivo do Ministério da Saúde, João Gabbardo. “Significa que o contato precisa ser um mais próximo para que haja infecção”, reforçou.

De acordo com o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, serão contactados também 16 passageiros que estavam nas duas fileiras da frente ou ao lado do brasileiro infectado.

O paciente retornou da Itália ao Brasil na sexta-feira, 21, em voo com escala em Paris, na França. No domingo, ele fez uma reunião familiar com 30 pessoas, e foi quando começou a sentir os primeiros sintomas; na segunda-feira, 24, ele procurou o Hospital Albert Einstein.

O governo informou que o paciente brasileiro de novo coronavírus não usou transporte público enquanto esteve no Brasil, o que poderia ampliar as possibilidades de infecção. Apesar de ser considerado um caso que exige “alta vigilância”, a esposa deste homem não apresenta sintomas da doença, disse Mandetta.

“É um caso que a gente monitora (o da esposa). Só passa a ser suspeita se tem quadro febril”, afirmou o ministro. O paciente brasileiro está em isolamento domiciliar junto com a família. Ele deve voltar para a ‘vida normal’ assim que deixar de apresentar os sintomas”, disse o secretário de Vigilância em Saúde, Wanderson Oliveira.

Felpuda


Dia desses, há quem tenha se lembrado de opositor ferrenho – em público –, contra governante da época, mas que não deixava de frequentar a fazenda de “sua vítima” sempre que possível e longe dos olhos populares. Por lá, dizem, riam que só do fictício enfrentamento de ambos, que atraía atenção e votos. E quem se lembrou da antiga história garantiu que hoje ela vem se repetindo, tendo duas figurinhas carimbadas nos papéis principais. Ô louco!