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PANDEMIA

Quem são os cientistas brasileiros que desenvolvem vacinas

Infectologista brasileira monitora na OMS os mais de 100 projetos de vacinas contra o novo coronavírus
26/07/2020 13:42 - Adriel Mattos


Cientistas brasileiros estão se destacando nas pesquisas de vacinas contra a Covid-19 (doença causada pelo novo coronavírus). Segundo a CNN Brasil, há mais de uma centena de projetos.

O imunologista Gustavo Cabral conheceu na Europa a tecnologia que hoje usa no Brasil para desenvolver uma vacina 100% nacional.  

“Não importa se vai ser este ano, ano que vem ou em dois anos, vai ser nossa. Se ela for segura, não vamos precisar ficar importando. Quando a gente chega a um produto, desenvolve tanto conhecimento que esse conhecimento será aplicado a diversos outros alvos”, disse.

 
 

O infectologista Pedro Folegatti é um dos responsáveis pelos milhares de testes da vacina de Oxford e nos últimos dias ganhou ainda mais destaque ao co-assinar o artigo que divulgou que a vacina, além de segura, é capaz de gerar uma resposta positiva no sistema imunológico.

“A competição é contra o vírus. A gente vive um momento sem precedentes no mundo inteiro e espero que essa seja apenas uma das vacinas que provem a eficiência contra o coronavírus”, afirmou.

 
 

Mais duas brasileiras estão na linha de frente nas pesquisas da vacina de Oxford: Sue Ann Costa Clemens, especialista em doenças infecciosas e diretora do Instituto de Saúde Global da Universidade de Siena, na Itália, e Lily Yin Weck, epidemiologista e professora do Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

O Brasil também tem representante no grupo criado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para avaliar as mais de 160 vacinas em desenvolvimento: a infectologista Cristiana Toscano.  

“Nosso papel é acompanhar essas informações, monitorar e, com base nisso, ir pensando em estratégias e políticas de vacinação, questões bastante operacionais de como essa vacinação vai ser feita”, explica.

 

Felpuda


Dia desses, há quem tenha se lembrado de opositor ferrenho – em público –, contra governante da época, mas que não deixava de frequentar a fazenda de “sua vítima” sempre que possível e longe dos olhos populares. Por lá, dizem, riam que só do fictício enfrentamento de ambos, que atraía atenção e votos. E quem se lembrou da antiga história garantiu que hoje ela vem se repetindo, tendo duas figurinhas carimbadas nos papéis principais. Ô louco!