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SOCIALIZAÇÃO

Crianças em situação de vulnerabilidade recebem brinquedos e roupas produzidos por detentos

Produtos foram fabricados em Santa Catarina e São Paulo, e enviados para Mato Grosso do Sul através de parceria
10/11/2020 09:29 - Gabrielle Tavares


Crianças atendidas por instituições sociais de Campo Grande receberam 320 brinquedos, entre peças em madeira e bolas esportivas, além de 50 roupas infantis produzidas por reeducandos.  

A ação integra o projeto “Além dos Muros” da Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen) e teve parceria com a empresa IOB, de Santa Catarina, e a Euro Sports, de São Paulo.

A doação beneficiou a Escolinha da Tia More, no Jardim Canguru, e a Escolinha da Misericórdia, do Instituto Misericordes Sicut Pater, no bairro Parque do Sol, próximo à cidade de Deus, levando solidariedade e acolhimento a crianças e adolescentes carentes.

As peças de roupa foram produzidas com retalhos de tecido da oficina de costura do Estabelecimento Penal “Jair Ferreira de Carvalho” (EPJFC).

Os brinquedos pedagógicos em madeira foram produzidos em presídios de Santa Catarina e doados pela empresa IOB, a qual possui contrato com a agência penitenciária na fabricação de prendedores de roupa dentro de unidades penais de Mato Grosso do Sul.

Já as bolas doadas pela empresa Euro Sports foram confeccionadas por reeducandos, durante o período de experiência na fabricação de bolas no Estado.

“Para as crianças, esses presentes são fundamentais”, afirmou a fundadora da Escolinha da Tia More, Edileuza Luiz. Ela contou também que um menino de 10 anos realizou o sonho de ganhar uma bola de futebol.

A instituição atende diariamente 65 crianças, de 3 a 15 anos. Já o Instituto Misericordes Sicut Pater  atende cerca de 30 famílias com palestras, atividades pedagógicas, artísticas e esportivas.

Iniciado há dois anos, o “Além dos Muros” une o trabalho prisional em benefício da sociedade em situação de vulnerabilidade e já beneficiou quatro entidades filantrópicas que atendem crianças e adolescentes carentes, em Campo Grande e Dourados.

Conforme a chefe da Divisão de Trabalho Prisional da Agepen, Elaine Cecci, esse tipo de ação além de impactar positivamente as comunidades economicamente vulneráveis, também permite divulgar o potencial de produção por meio da mão de obra carcerária.

"Temos muito a agradecer aos diretores das unidades penais e empresários parceiros que acolhem a proposta de maneira muito solidária", enfatizou Elaine.

 
 

Felpuda


Tropas de choque ligadas a alguns vereadores estão agitadas que só nas redes sociais na tentativa de desbancar a concorrência das “chefias” que querem porque querem. Querem a cadeira maior da Câmara Municipal de Campo Grande. A da presidência.

Segundo políticos mais antenados, trata-se do “segundo turno” das eleições do dia 15 de novembro, só que com apenas 29 eleitores.