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Criminoso baleado pela polícia traficava na área central da Capital

Criminoso baleado pela polícia traficava na área central da Capital

Redação

17/03/2010 - 07h28
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Eriton Medina Paniago, 24 anos, baleado e preso após perseguição na noite de sextafeira, em Campo Grande, traficava drogas havia seis meses. A pistola ponto 40 apreendida com ele havia sido furtada de um investigador de Polícia Civil. Eriton recebeu alta hospitalar ontem pela manhã e foi apresentado à imprensa. De acordo com as informações liberadas pela Delegacia Especializada de Repressão a Roubos e Furtos (Derf), Eriton vendia drogas todos os dias no centro de Campo Grande e chegava a ganhar de R$ 2 mil a R$ 3 mil por dia. Ainda conforme a polícia, em princípio ele agia sozinho e andava com documentos em nome de outra pessoa. Ao ser questionado sobre a prisão, o acusado disse que não faria nenhuma declaração em torno do caso. Procurado Segundo o delegado André Luiz Novelli, da Derf, Eriton, conhecido como “Batata”, era procurado porque estava foragido do Estabelecimento Penal de Dois Irmãos do Buriti (PDIB) desde 2008. Os policiais receberam informações de que ele estava vendendo cocaína pelo sistema disque-drogas. Diante disso, localizaram o acusado e passaram a monitorá- lo, sendo descobertos alguns pontos utilizados por ele para entrega de porções de cocaína, entre eles o cruzamento das ruas 25 de Dezembro e Antônio Maria Coelho, e o prédio de uma boate já fechada. Perseguição Com base nas informações levantadas, a Derf decidiu fazer uma operação para recapturar Eriton. Na noite de sexta-feira, os policiais abordaram três usuários de drogas que confessaram ter adquirido entorpecente do foragido, que foi abordado no cruzamento da Avenida Fernando Correa da Costa com a Rua Padre João Crippa. Eriton, que conduzia um Fiat Palio, não obedeceu à ordem de parada e seguiu pela Rua Padre João Crippa, passou por três sinais vermelhos e danificou carros que aguardavam a cor verde nos semáforos, até chegar à Avenida Afonso Pena. Na principal via da Capital, ele virou à direira e só parou na esquina com a Rua Bahia, após ter colidido com uma Honda Biz e uma F-1000. Tiros e drogas Quando os policiais se aproximaram do Fiat Palio, Eriton apontou a pistola .40. Diante da situação de risco, eles atiraram no foragido, que foi atingido no abdômen, depois levado para a Santa Casa, de onde já recebeu alta. No Fiat Palio foram encontradas 206 porções de cocaína já prontas para venda, 426 gramas da droga em estado bruto, munições de calibre .40 e 38, quatro aparelhos celulares, dinheiro e um rádio de comunicação usado para monitorar os trabalhos da polícia. A droga estava dividida em duas bolsas. A arma havia sido furtada de um investigador da Polícia Civil em dezembro do ano passado, na Avenida Manoel da Costa Lima. Eriton é acusado pelos crimes de roubo, porte ilegal de arma de fogo, também foi preso em por tráfico de drogas em novembro de 2006 e está foragido da Justiça desde agosto de 2008. (NC)

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MS tem 4,7 milhões de hectares de pastagens degradadas passíveis de recuperação

Tema está sendo debatido em encontro realizado pelo Ministério da Agricultura

24/07/2024 12h30

Arquivo.

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Uma pesquisa, realizada pela Universidade de São Paulo (USP) mostra que Mato Grosso do Sul tem 11,8 milhões de hectares de área degradada, sendo 4,7 milhões destes hectares correspondentes a áreas passíveis de recuperação.

A área a ser recuperada é maior do que a utilizada para o plantio de soja em todo o Estado, que é de aproximadamente 4,1 milhões de hectares, e supera em mais de 100% a área plantada de milho, que é de aproximadamente 2,2 milhões de hectares na 2ª safra deste ano. Os dados são do Sistema de Informações Geográficas do Agronegócio (Projeto Siga-MS) da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc) 

Pensando em buscar medidas para amenizar as áreas degradadas em Mato Grosso do Sul, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) está realizando em Campo Grande, nesta quarta-feira (24), uma Oficina sobre as Ações de Recuperação e Conversão de Áreas Degradas.

O evento reúne gestores públicos e de instituições ligadas ao setor agropecuário sul-mato-grossense, com o objetivo de identificar quais são os municípios e áreas prioritárias a serem recuperadas, além de compartilhar conhecimentos e pensar ações e formas de investimento a serem adotadas para apoiar o agricultor, para que ele possa investir na recuperação dos pastos.

As atividades serão definidas a partir das diretrizes do Programa Nacional de Conversão de Pastagens Degradadas em Sistemas de Produção Agropecuários e Florestais Sustentáveis (PNCPD) e das metas do Plano Setorial para Adaptação à Mudança do Clima e Baixa Emissão de Carbono na Agropecuária 2020-2030 (Plano ABC+). 

A oficina acontece até as 18h, no auditório da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc) – Av. Desembargador José Nunes Da Cunha S/N - Bloco Parque dos Poderes, Campo Grande (MS).

Recuperação de pastagens degradadas
no Pantanal custaria quase R$ 16 bilhões

Conforme noticiado anteriormente pelo Correio do Estado, um estudo desenvolvido pelo Observatório de Conhecimento e Inovação em Bioeconomia da Fundação Getulio Vargas (FGV), divulgado em outubro de 2022, apontava que seriam necessários R$ 15,96 bilhões para recuperar e reformar todas as áreas de pastagem do Pantanal que apresentam algum nível de degradação.

O levantamento mostrava ainda que 50% das áreas de pastagem do bioma apresentavam degradação severa, 35% degradação moderada, e apenas 15% não apresentavam degradação.

A avaliação do nível de degradação é necessário para calcular o nível de intervenção necessário para a recuperação.

“Por exemplo, áreas em estágios iniciais de degradação exigem menor intervenção e menores custos operacionais a fim de conter a redução da produtividade. Por outro lado, se o processo de degradação se encontra em estágio avançado, são necessárias ações mais intensivas e dispendiosas, uma vez que, o alto grau de degradação compromete a capacidade de manter a produção e a qualidade da forragem e a resistência aos efeitos nocivos de doenças, pragas e plantas invasoras", explicou Sabrina de Matos Carlos, pesquisadora do Observatório de Conhecimento e Inovação em Bioeconomia da Fundação Getulio Vargas à época.

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TEMPO

Tempo seco: 12 municípios de MS registraram umidade do ar abaixo de 20%

Inmet divulgou alerta amarelo e laranja de baixa umidade do ar para os 79 municípios do Estado

24/07/2024 12h15

Tempo seco requer cuidados, como tomar muita água

Tempo seco requer cuidados, como tomar muita água MARCELO VICTOR

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Doze municípios de Mato Grosso do Sul registraram umidade relativa do ar abaixo de 20% nesta terça-feira (23), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Além disso, três cidades sul-mato-grossenses estiveram entre as nove mais secas do País. Corumbá (14%), Jardim (14%) e Miranda (14%) ocupam as posições 7ª, 8ª e 9ª no ranking nacional, respectivamente.

Confira o ranking dos municípios mais secos de MS nesta terça-feira (23):

 

POSIÇÃO ESTADUAL

POSIÇÃO NACIONAL

MUNICÍPIO

ÍNDICE DE UMIDADE

Corumbá

14%

Jardim

14%

Miranda

14%

13º

Porto Murtinho

15%

18º

Coxim

16%

21º

Três Lagoas

16%

22º

Nhumirim

17%

25º

Sonora

17%

26º

Água Clara

17%

10º

27º

Campo Grande

18%

11º

35º

Sidrolândia

18%

12º

45º

Paranaíba

19%

Temperaturas acima dos 30ºC se tornaram rotina, em pleno inverno, em Mato Grosso do Sul.

Massa de ar quente e seca, que atua no Estado, causa calorão, sol quente, altas temperaturas, tempo seco, céu limpo, baixa umidade relativa do ar e ausência de chuvas.

O Inmet divulgou alerta amarelo (perigo potencial) e alerta laranja (perigo) de baixa umidade relativa do ar para os 79 municípios de Mato Grosso do Sul. Isto significa que a umidade irá variar entre 12% e 30%. Há risco de incêndios florestais e à saúde.

Umidade relativa do ar é a quantidade de água em forma de vapor dispersa pelo ar. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a umidade indicada é de no mínimo 60%. O instrumento utilizado para medir a umidade é o higrômetro.

RECOMENDAÇÃO

De acordo com o Ministério da Saúde, o tempo seco requer cuidados aos sul mato-grossenses. Confira as recomendações:

  • Não praticar exercícios físicos durante as horas mais quentes do dia
  • Evitar exposição ao sol das 9h às 17h
  • Usar protetor solar
  • Beber muita água
  • Usar roupas finas e largas, de cores claras e tecidos leves (de algodão)
  • Não fazer refeições pesadas
  • proteger-se do sol com chapéus e óculos de proteção
  • Manter o ambiente arejado, com umidificador de ar, ventilador, toalhas molhadas, baldes cheios d’água e ar condicionado

Para reduzir os impactos da baixa umidade do ar na saúde, a biomédica Patrícia Pacheco afirma que se manter bem hidratado é fundamental. “Beber bastante água é essencial para manter o corpo e as membranas mucosas hidratados. Isso pode ajudar a evitar o ressecamento da pele, dos lábios e das vias respiratórias”, explica Patrícia, que também é coordenadora do curso de Biomedicina da Estácio Campo Grande.

Por último, a professora da Estácio destaca que consumir uma dieta equilibrada, rica em frutas, legumes, verduras e alimentos nutritivos, pode ajudar a fortalecer o sistema imunológico. “Além disso,  a alimentação equilibrada fornece os nutrientes necessários para manter uma pele saudável e vias respiratórias em boas condições”, finaliza.

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