Especial Coronavírus (COVID-19) - Leia notícias e saiba tudo sobre o assunto. Clique aqui.

COMÉRCIO

Crise econômica pressiona lojistas a oferecerem descontos

Em MS, 68,5% reduzem preços em compras à vista
28/08/2015 00:00 - DA REDAÇÃO


 

Uma prática não muito frequente se tornou comum no comércio varejista de Mato Grosso do Sul em razão do desaquecimento da economia. Trata-se da oferta de descontos no pagamento à vista. Conforme pesquisa da Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL) em parceria com o SPC Brasil, 68,5% dos empresários sul-mato-grossenses à frente de pequenos negócios estão reduzindo os preços dos produtos em compra à vista como estratégia para atrair clientes e evitar os custos na operação com cartão de crédito.

A situação tem reduzido as margens de lucro dos comerciantes, de acordo com o presidente da Câmara dos Dirigentes Lojistas de Campo Grande (CDL/CG), Hermas Renan Rodrigues. Ele afirma que a diminuição de preços das mercadorias nas compras à vista era algo bem menos usual. “Cerca de 30% dos empresários faziam isso”, estima. 

Segundo análises dos responsáveis pela pesquisa, os empresários buscam estimular o cliente a usar “dinheiro vivo” em suas compras, evitando, assim, os custos decorrentes das transações com cartões. “A estratégia é usada, principalmente, para driblar as taxas de transação dos cartões de crédito e de débito, já que 38,8% dos empresários oferecem o valor que pagariam à operadora como desconto para o cliente no pagamento à vista”, afirmou a assessoria de imprensa da CDL/CG. 

(*) A reportagem, de Osvaldo Júnior, está na edição de hoje do jornal Correio do Estado.

 

Felpuda


Sem conseguir controlar a verborragia, figurinha estreante no mundo político-partidário, e que se acha “o último biscoito do pacote”, acabou batendo de frente com titãs da política. Primeiro perdeu os anéis e, agora, os dedos correm sérios riscos. Anda “ameaçando” deixar o lugar onde se encontra, só que por lá vem ouvindo frases como “se é por falta de adeus...”, “os incomodados que se mudem” e “não fará nenhuma falta”.

Como se vê...