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SAÚDE

Em epidemia, Capital tem média de 114 notificações de dengue por dia

Sete áreas de Campo Grande têm alta infestação do Aedes aegypti
09/03/2020 16:01 - Glaucea Vaccari


 

Em epidemia de dengue, Mato Grosso do Sul tem aproximadamente 114 notificações de dengue por dia. De janeiro até a última sexta-feira (6), foram notificados 7.560 casos e confirmadas quatro mortes pela doença, conforme boletim epidemiológico da Secretaria Municipal de Saúde (Sesau). Como parte das ações de combate ao Aedes aegypti, prefeitura lançou hoje (9) a quinta etapa da Operação Mosquito Zero – É matar ou morrer”, que será realizada na região urbana do Lagoa.

Apenas em dez dias, de 26 de fevereiro a 6 de março, foram notificados 1.695 casos suspeitos da doença, o que dá, em média, 169 novas notificações por dia neste período.

Quanto as mortes, a média é de mais de uma por mês desde o início do ano. No mesmo período, de janeiro a 6 de março, foram foram registrados 53  casos de Zika e 31 de Chikungunya.

Nesta segunda-feira, durante o lançamento da nova etapa da campanha de enfrentamento do mosquito transmissor das doenças, o prefeito Marcos Trad (PSD) destacou a importância da contribuição da população no combate às doenças.

“Estamos atuando de maneira incansável e vamos continuar atuando para evitar que os índices destas doenças aumentem e nossa população sofra. Se cada um fizer a sua parte, com certeza vamos conseguir vencer mais essa batalha contra esse mosquito”, afirmou.

Nessa etapa, serão disponibilizados cinco pontos de descarte de materiais inservíveis, além de mais de 200 agentes de saúde atuando no combate ao mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya.

Até o dia 19 de março, a população da região poderá fazer o descarte de materiais inservíveis de grande volume, como sofás, geladeiras e televisores, nos seguintes locais:

  • Ecoponto União – Rua Carmen Bazzano Pedra com a Avenida Roseira – Bairro União
  • Rua Caracara com rua Santa Bertília e Rua Boanerges Lopes – Bairro São Conrado
  • Rua Zélia Berti de Souza com Travessa Julio Abussafi Ramalho e Rua Astúrio Braga – Jardim Caiobá
  • Rua Rio Brilhante com Rua Fátima do Sul e Avenida Ministro João Arinos – Jardim Batistão
  • Rua Gildete Chaves Feijó com Rua Poente e Rua Flora do Pantanal – Jardim Caiobá

Durante a Operação Mosquito Zero, agentes já inspecionaram mais de 21 mil imóveis, 15 mil depósitos e eliminaram 1,3 mil focos do Aedes aegypti. 

Conforme o Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo o Aedes aegypti (LIRAa), sete áreas de Campo Grande foram classificadas com o risco de surto de doenças transmitidas pelo mosquito. O número de áreas em alerta praticamente dobrou, em comparação com o último LiRaa divulgado em novembro do ano passado, passando de 22 para 42.

O índice mais alto foi detectado na área de abrangência da USF Iracy Coelho, com 8,6% de infestação. Isso significa que de 233 imóveis vistoriados, em 20 foram encontrados depósitos. A área da USF Azaleia aparece em segundo com 7,4% de infestação, seguido da USF Jardim Antártica, 5,2%, USF Alves Pereira, 4,8, USF Sírio Libanês, 4,4%, Jardim Noroeste, 4,2% e USF Maria Aparecida Pedrossian (MAPE), 4,0%.

 

Felpuda


Na troca de alfinetadas entre partidos que não se entenderam até agora sobre eventual aliança, uma outra peça está surgindo: trata-se do levantamento completo sobre investimentos feitos, recursos liberados, parcerias em todas as áreas, além do prazo de quando tudo isso começou. Caso os palanques venham a ficar distanciados, a divulgação será feita à exaustão durante a campanha eleitoral, para mostrar quem é quem na história. Os bombeiros continuam atuando.