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INFORME PUBLICITÁRIO

Desabastecimento de medicamentos do "Kit Intubação" preocupa gestores de hospitais

Muitos hospitais brasileiros estão com baixo estoque de medicamentos, enquanto distribuidoras se desdobram para atender a demanda
07/06/2021 08:00 - Da Redação


O mês de abril foi o pior momento da pandemia no que se refere à média de mortes diárias de pessoas infectadas pelo novo coronavírus. 

Diversos hospitais dos estados de São Paulo e Rio de Janeiro relataram a falta dos medicamentos que compõe o “kit intubação”, isto é, analgésicos, sedativos e bloqueadores neuromusculares, indispensáveis no tratamento de pacientes intubados em estado grave. 

Ainda que nos estados mais populosos a situação crítica seja mais evidente, diversos municípios relataram a necessidade, por parte de alguns hospitais, de desativar leitos de UTIs, devido à escassez de medicamentos para intubação de pacientes. 

Atualmente, todos os estados brasileiros trabalham com estoques mínimos, suficientes para quinze dias, no máximo. Há hospitais cujos estoques fornecem suprimentos para sete dias, apenas. 

O assunto em questão tem mobilizado a classe de gestores hospitalares, profissionais especializados, cujo trabalho envolve (dentre inúmeras competências) o planejamento de compra e a aquisição dos medicamentos que são utilizados nos hospitais, sejam eles públicos ou privados. 

Em primeira instância, cabe ao gestor gerenciar os estoques da instituição ou rede hospitalar da qual faz parte.