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CAMPO GRANDE 121 ANOS

Tradicional desfile no aniversário não será realizado pela primeira vez na história

Por conta da pandemia, prefeitura decidiu não realizar o evento que ocorre todos os anos
25/08/2020 18:00 - Fábio Oruê


Tradicional desfile cívico que acontece todos os anos no aniversário de Campo Grande não irá acontecer pelo primeira vez na história da Capital, segundo a professora Iolete Moreira, do Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso do Sul.

O motivo não é surpresa para ninguém: coronavírus. Já que por conta da pandemia não será possível realizar o evento, que possivelmente teria aglomeração, o que não é recomendado pelas autoridades de saúde.

"[...] Mas esperamos que no ano tenhamos novamente o desfile, quando tudo voltar ao normal", disse a professora ao Correio do Estado. A Capital foi emancipada em 1899.

Para o aniversário, apenas uma programação especial para o autocine, para manter o protocolo de biossegurança.

De acordo com a assessoria da prefeitura de Campo Grande, “por razão do momento excepcional da pandemia do novo coronavírus, não haverá programação oficial de aniversário da cidade, já que todas as ações do município estão concentradas ao combate e prevenção da Covid-19”.

O aniversário é comemorado no dia 26 de agosto, e este ano Campo Grande faz 121 anos de existência. 

Diferente dos anos anteriores, o tradicional desfile cívico sequer foi cogitado por conta da emergência em saúde que trouxe a doença.

No ano passado o desfile reuniu 15 mil pessoas na plateia e 54 entidades tiveram participação na festa.

Como a Rua 14 de Julho estava em reforma, o evento ocorreu na Rua 13 de Maio. Este seria o primeiro ano de desfile a ser realizado na nova 14, que foi repaginada pelo Reviva Campo Grande.

AUTOCINE

No dia do aniversário serão exibidos dois filmes. Às 18h passará “Beth e Betinha”, com duração de 18 minutos. Já às 20h será a vez da produção “A dama do rasqueado, Delinha”, com 75 minutos de duração. A entrada é gratuita.

 
 

Felpuda


Os bastidores fervem com a ciumeira que vem acontecendo em alguns municípios, onde determinados candidatos estariam sendo mais prestigiados que outros depois das alianças que foram formalizadas nas convenções. As queixas só aumentam, e as lideranças partidárias já não sabem o que fazer, temendo a possibilidade de que a vitória vá para o ralo. A bronca maior está entre integrantes das chapas puras de vereadores que se coligaram na majoritária. E salve-se quem puder!