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CORONAVÍRUS

Detentas produzem EPIs para hospital em Três Lagoas

Já foram confeccionados mais de 12 mil máscaras
02/07/2020 08:40 - Gabrielle Tavares


Detentas de Três Lagoas estão confeccionando Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) para o Hospital Nossa Senhora Auxiliadora (HNSA), referência no tratamento de pacientes com coronavírus na região. Em média, são produzidos semanalmente 300 capotes, além de 1.200 máscaras em tecidos.

No total foram confeccionados 2.340 capotes, 1.552 gorros e mais de 12,2 mil máscaras – feitas com retalhos de tecidos, pelas mãos de sete reeducandas. Pelo trabalho, as internas recebem remição de um dia na pena a cada três trabalhados, conforme previsto na Lei de Execução Penal. As ações são coordenadas pela Diretoria de Assistência Penitenciária da Agepen, por meio das Divisões de Saúde e Trabalho Prisional.

Como forma de agradecimento, as detentas receberam kits de beleza e higiene pessoal da direção do Estabelecimento Penal Feminino de Três Lagoas (EPFTL) e do HNSA. “Acreditamos que o reconhecimento da dedicação das mulheres do presídio eleva o sentimento de realização pelas boas ações”, disse a gerente de Qualidade e Captação de Recursos do HNSA, Daniela Mekaru.

“Trabalhar e ajudar quem está lá fora, a população como um todo, nos faz sentir útil e isso é muito importante, por isso agradecemos essa oportunidade”, ressalta a interna Claudirene Batista, uma das participantes da oficina de confecção instalada no presídio.

Em Três Lagoas, foram registrados 287 casos confirmados da doença no Boletim Epidemiológico de ontem (01), e mais de 2 mil notificados. “Desta forma, a confecção de EPIs no presídio feminino é essencial para ajudar a manter a proteção dos colaboradores e pacientes contra a Covid-19”, complementa Daniela.

 
 

Felpuda


É quase certo que a aposentadoria deverá ocorrer de maneira mais rápida do que se pensava em determinado órgão. O que deveria ser a tal ordem natural dos fatos acabou sendo atropelada por acontecimentos considerados danosos para a imagem da instituição. Os dias estão passando, o cerco apertando e já é praticamente unanimidade de que a cadeira terá de ter substituto. Mas, pelo que se ouve, a escolha não deverá ser com flores e bombons de grife.