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PANDEMIA

Governo e setor privado dos EUA aportaram R$ 275 milhões para minimizar COVID-19

Recursos visam diminuir impactos da pandemia do coronavírus
04/06/2020 15:04 - Da Redação


Governo e o setor privado dos Estados Unidos doaram aproximadamente US$ 53 milhões, ou R$ 275 milhões em reais, para reduzir impactos da pandemia do coronavírus ao Brasil. Conforme o último boletim do Ministério da Saúde, divulgado na noite de ontem (3), o País tem 32.548 mortes pela doença e 548.016 pessoas contaminadas. 

Conforme o Consulado dos EUA no Brasil, recursos foram disponibilizados para uma série de iniciativas, que incluem doação de equipamentos de saúde, alimentos, produtos de higiene e proteção individual e projetos de apoio a empreendedores, inteligência artificial e combate à desinformação.

Levantamento foi feito com cerca de 70 empresas norte-americacanas, sobre as ações de cada uma para combater os impactos da Covid-19 no Brasil, em ação conjunta da Câmara Americana de Comércio do Brasil (Amcham), a Embaixada dos Estados Unidos e o Grupo +Unidos.  Quatrocentas das quinhentas maiores empresas dos Estados Unidos estão no Brasil.  

Embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Todd Chapman, disse que combater a Covid-19 no Brasil é a principal prioridade no momento.  

“Estamos trabalhando com as diversas agências e departamentos do governo americano e com as empresas americanas no Brasil para mobilizar milhões de dólares para ajudar brasileiros que estão precisando”, disse.

Sem contar a iniciativa privada, o governo dos EUA anunciou assistência de cerca de US$ 12 milhões, sendo US$ 6 milhões em assistência humanitária para ações de emergência nas áreas de saúde, saneamento básico e higiene no Brasil; outros US$ 2 milhões para apoio a comunidades vulneráveis, com foco na Amazônia; US$ 500 mil em apoio a migrantes e refugiados venezuelanos e as comunidades anfitriãs no Brasil.  

Também foram US$ 3 milhões para uso com foco em melhorar a detecção e o rastreamento de casos, na identificação de áreas de transmissão, no controle de surtos e fornecimento de dados e US$ 950 mil em fundos de apoio econômico para incentivar investimentos do setor privado na mitigação dos impactos da COVID-19 nas populações rurais e urbanas vulneráveis no Brasil.  

O Comando Sul do Departamento de Defesa dos Estados Unidos doou US$ 45 mil para equipamentos de proteção individual (EPI) para profissionais da saúde e alimentos em Manaus e na região Amazônica e os EUA doaram ainda R$ 75 mil para 40 projetos liderados por ex-bolsistas da Embaixada.  

Já as iniciativas do setor privado somam cerca de US$ 40,5 milhões, correspondente a R$ 120 milhões. Além das doações  em dinheiro, também há empresas que investiram em ações, como mudança na linha de produção, doação de licenças, créditos, produtos e treinamentos para apoiar brasileiros durante a pandemia.  

 “As parcerias público-privadas são uma resposta poderosa para o combate à pandemia. Elas permitem uma atuação rápida, e tornam mais eficazes os resultados das iniciativas, especialmente entre parceiros com bom histórico de relacionamento estratégico, como o Brasil e os Estados Unidos”, explica Deborah Vieitas, CEO da Amcham Brasil, a maior Câmara Americana, entre 115 existentes no mundo.

Fundo de Suporte UNA+ foi lançada nesta semana pelo Grupo + Unidos, organização de investimento social idealizada pela Embaixada Americana, em parceria com Bank of America, com objetivo identificar comunidades do Brasil que estejam em situação de vulnerabilidade social evidenciada pela pandemia e propor soluções personalizadas em parceria com organizações sociais que já atuem nesses territórios, como a testagem das populações e a doação de cestas básicas. A meta do Fundo é mobilizar a iniciativa privada e captar até R$ 10 milhões para beneficiar cerca de 50 mil pessoas. 

 

Felpuda


Lideranças de alguns partidos estão fazendo esforço da-que-les para fechar chapa com o número exigido por lei de 30% do total de vagas para as mulheres. Uma dessas legendas, por exemplo, tenta mostrar a “felicidade” das suas pré-candidatas, mas teme o fracasso, tendo em vista que o “chefe maior” é aquele que já mandou mulheres calarem a boca e disse também que a importância da sua então esposa na campanha eleitoral era porque apenas “dormia com ele”. Ô louco!