Cidades

JULHO A DEZEMBRO

Dólar em baixa e importados em alta

Dólar em baixa e importados em alta

Redação

24/12/2010 - 00h43
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Julho
u   A Nissan parou de importar os modelos Murano, Pathfinder e XTrail devido às baixas vendas.

u   O Doblò recebeu o novo motor da família E.torQ. A multivan compacta passou a ser comercializada com o propulsor 1.8 16V de 130/132 cv.

u   A versão sedã do Tiida desembarcou no Brasil por R$ 44.500 e apenas com motor 1.8 16V de 125/126 cv. O modelo da Nissan é feito no México.

u   A Hyundai iniciou a importação do i30 CW em duas versões. A station derivada do hatch médio tem motorização 2.0 16V de 145 cv.

u   O Tucson feito em Anápolis, Goiás, começou a ser vendido pela Hyundai. O SUV médio  manteve motor 2.0 litros de 142 cv.

u   A Fiat fez uma reestilização na linha Idea. A minivan ganhou faróis mais angulosos e ovalados e uma traseira com lanternas com contornos arredondados em leds. O monovolume também recebeu os motores E.torQ.

u   As linhas Palio e Siena passaram a contar com o motor 1.6 16V E.torQ para as suas versões top. Já Palio Weekend e Strada adotaram o 1.8 16V em suas configurações Adventure, as mais completas de ambas.

Agosto
u   A Renault encerrou a produção da minivan média Scénic na fábrica de São José dos Pinhais, no Paraná.

u   A Hyundai começou a vender o ix35, SUV que lá fora é o sucessor do Tucson. O modelo chegou com dois motores a gasolina da linha Thetha-II: 2.0 de 168 cv e 2.4 de 179 cv.

u   A linha 2011 da Mitsubishi Pajero Dakar ganhou sistema multimídia com tela sensível ao toque e GPS, Bluetooth e som, regulagem de altura do banco do motorista, sensores de luminosidade e de chuva e freios traseiros a disco.

u   A Ford lançou a sexta geração do Fiesta na versão sedã. Importado do México, o modelo usa motor 1.6 16V Sigma de 110/115 cv, mas não matou o Fiesta baiano, que passou a se chamar Fiesta Rocam.

u   A chinesa Chery entrou no segmento de hatches compactos altinhos com o Face. O modelo usa motor 1.3 16V de 84 cv.

u   Quinze unidades da série White do cupê TT desembarcaram no Brasil. A edição do cupê da Audi usa a unidade 2.0 FSI de quatro cilindros e injeção direta de combustível, capaz de gerar 200 cv.

u   A Mercedes-Benz decidiu parar de fazer veículos de passeio na fábrica de Juiz de Fora, Minas Gerais, onde era feito, até então, o cupê CLC.

u   O C4 estreou uma nova versão de acabamento. A Exclusive Sport do hatch médio da Citroën tem motor 2.0 16 V de 143/151 cv, faróis de xênon direcionáveis, controle de estabilidade e sensores de estacionamento dianteiros e traseiros.

u    L200 Triton 2011 chegou com mudanças no para-choque dianteiro e novas rodas aro 16. A picape da Mitsubishi também passou a contar com GPS integrado ao painel, com tela de 7 polegadas sensível ao toque e sistema multimídia.

u   A Citroën lançou o Aircross. Feito sobre a plataforma da minivan C3 Picasso europeia, o modelo tem visual jipeiro, pneus de uso misto, suspensão reforçada e motor 1.6 16V.

u   A Aston Martin estreou oficialmente no Brasil. A marca britânica de superesportivos de luxo vai comercializar toda a linha por aqui, entre eles, o seu modelo mais caro: o DBS Volante por R$ 1,35 milhão e com motor 6.0 V12 de 517 cv.

u   A Land Rover trouxe para o mercado brasileiro a edição Sport do Freelander. Tem novas rodas com aro de 19 polegadas, spoiler traseiro e para-choques esportivos. No interior, acabamento de couro em duas cores.

Setembro
u   A Audi apresentou o RS6 Avant, versão mais nervosa da station wagon médio-grande. O modelo conta com propulsor biturbo 5.0 TFSI V10 com 580 cv de potência e brutais 66,3 kgfm de torque entre 1.500 e 6.250 giros.

u   A S10 ganhou uma versão Rodeio. A nova configuração intermediária da picape da Chevrolet é comercializada nas versões 2.4 Flex 4X2, 2.8 Turbodiesel 4X2 e 2.8 4X4.

u   Por R$ 102.990, a Volkswagen lançou uma variante “mais em conta” da Amarok, chamada Trendline.

u   A Effa Motors começou a importar a cabine dupla da Hafei Picape com capacidade de carga de até 400 kg e motor 1.0 litro da Suzuki, com 47 cv de potência.

u   O Fiat Linea aposentou o motor 1.9 e adotou o novo 1.8 16V da linha E.torQ, com 130/132 cv de potência.

u   A Frontier estreou a configuração intermediária SE. A nova versão da picape da Nissan tem derivações 4X2 e 4X4 e usa o mesmo motor 2.5 16V turbodiesel de 172 cv, só que sempre com câmbio manual de seis marchas.

u   Depois de lançar a versão para passageiros da Partner, a Peugeot passou a comercializar a configuração furgão da multivan média com unidade de força 1.6 16V flex de 110/113 cv.

u   A Volkswagen lançou mais uma versão para o Gol. Chamada de Rallye, tem apelo esportivo com faixa preta nas laterais e faróis com máscara negra. O motor é o 1.6 de 101/104 cv.

u   A Lifan iniciou oficialmente suas atividades no mercado nacional com a venda do 320, montado no Uruguai em sistema CKD, e do sedã médio 620 com motor 1.6 de 105 cv.

u   O Honda City ganhou nova versão de entrada. Chamada DX, a configuração começa em R$ 55.420 no modelo mecânico e usa o mesmo motor 1.5 16V de 115/116 cv do restante da linha do sedã compacto.

u   A linha 2011 da Nissan Livina e Grand Livina  recebeu alguns itens de série, como para-brisa degradê, travamento automático das portas com o carro em movimento e novos detalhes no acabamento interno.

u   A Audi mostrou a nova geração do A8 com uma infinidade de dispositivos eletrônicos de segurança e de conforto, propulsor V8 4.2 FSI de 375 cv e preço de R$ 500 mil.

u   A General Motors lançou a nova Montana. Baseada no Agile, a picape compacta adotou o motor 1.4 de 97/102 cv.

u   O Classe C ganhou novos motores. O sedã médio da Mercedes-Benz adotou a linha CGI Blue Efficiency, com propulsores com injeção direta. O 1.8 oferece 156 cv e 25,4 kgfm na versão C180 CGI, e 184 cv e 27,5 kgfm na C200 CGI.

u   O Siena estreou duas novas configurações. A versão de entrada do sedã da Fiat, depois da Fire, passou a ser a EL com motor 1.4 de 85/86 cv, enquanto a Sporting passou a ser a nova topo de linha com unidade 1.6 16V.

Outubro
u   O Land Rover Range Rover Sport começou a ser vendido no Brasil com uma nova opção de motor diesel 4.4 V8 de 313 cv.

u   A linha C4 Picasso chegou reestilizada com nova grade frontal e filete horizontal de leds acima dos faróis de neblina.

u   A Renault lançou a série Connection para o Symbol, com sistema de som Sony, com rádio/CD/MP3, entrada USB, interface com iPod, conexão Bluetooth e comando satélite na coluna de direção.

u   A linha 2011 do Peugeot 307 ganhou sistema de som com entrada USB e conexão Bluetooth.

u   A Nissan lançou uma série especial do Livina chamada Night & Day. De fábrica, recebe direção elétrica, ar, airbag duplo e trio.

u   A picape média Frontier, da Nissan, recebeu uma versão limitada Strike com opções de tração traseira ou tração integral.

u   A Mini iniciou as vendas do Countryman, seu primeiro SUV, ao preço de R$ 110 mil.

Novembro

u   A Toyota lançou a linha 2011 do RAV4 com uma versão de entrada, com tração dianteira e revestimento interno um pouco mais simples.

u   O 3008 desembarcou no Brasil em duas versões. O crossover da Peugeot é vendido nas configurações Allure e Griffe, entre R$ 79.900 e R$ 86.900, com motor 1.6 turbo de 156 cv.

u   A Renault bolou a série GT Line para o Sandero e adotou uma estética esportiva, com faróis e lanternas com máscara negra, moldura preta nos faróis de neblina, adesivos zebrados, aerofólio em preto brilhante e rodas pretas aro 15.

u   O Palio Weekend ganhou uma derivação com motor 1.6 16V de 115/117 cv, que substituiu o 1.4 na linha da station compacta da Fiat.

u   Com produção prevista para seis meses, a Volkswagen colocou no mercado a série Limited Edition, do Golf, com para-choque dianteiro na cor preta, faróis com máscara negra, detalhes cromados e teto solar.

u   O Bravo estreou no Brasil. O hatch médio da Fiat usa o motor 1.8 16V E.torQ de 130/132 cv, mas vai contar também com uma configuração T-Jet com o propulsor 1.4 16V turbo de 152 cv.

u   A General Motors apresentou o Camaro, seu vistoso “muscle car”, com motor V8 6.2 que oferece 406 cv de potência a 5.900 rpm e um torque máximo de 56,7 kgfm a 4.600 giros.

u   O Fusion Hybrid chegou ao país com motor Duratec 2.5 16V com 158 cv combinado com uma unidade elétrica de 107 cv.

Dezembro
u   A Ford lançou a linha 2011 do Edge. O crossover feito no Canadá teve a frente bastante modificada e passou a contar com duas variantes: a agora de entrada SEL e a top Limited. Ambas com motor 3.5 V6 com 289 cv.

u   O Uno ganhou uma versão Sporting. A nova configuração do compacto da Fiat tem motor 1.4 de 85/88 cv, spoiler escurecido, saída dupla de escapamento, molduras das caixas de roda pretas, suspensão 2 cm mais baixa e rodas aro 15.

u   O Omega voltou a ser importado pela General Motors. O sedã grande agora vem na versão Fittipaldi com o motor V6 3.6 recalibrado, agora capaz de gerar 292 cv.

u   A Renault reposicionou o Mégane Grand Tour. A perua média passou a ser vendida em uma única versão Dynamique por R$ 48.490 e com motor 1.6 16V Hi-Flex.

 

Lei

Mulheres vítimas de violência doméstica terão preferência em cirurgia reparadora pelo SUS

Publicada ontem, a determinação é uma mudança na Lei Maria da Penha

13/06/2024 17h00

Violência doméstica

Violência doméstica Foto/Reprodução

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Foi publicada nesta quinta-feira (13), no Diário Oficial da União, a lei que dá prioridade a mulheres vítimas de violência doméstica na realização de cirurgias plásticas para reparação de lesões através do Sistema Único de Saúde (SUS). A mudança foi feita mediante uma alteração em um trecho da Lei Maria da Penha de nº 11.340.


Alteração permitirá que a mulher em situação de violência tenha preferência na realização do procedimento cirúrgico. A legislação atual já previa o direito à realização de plástica em caso de sequelas, na rede pública de saúde, contudo, elas passarão a ter atendimento prioritário.


Portanto, a lei prevê que os hospitais e os centros de saúde pública, ao receberem as vítimas de violência, deverão informá-las da possibilidade de acesso gratuito à cirurgia plástica para reparação das lesões ou sequelas.


A vítima de violência grave que tiver necessidade de plástica deverá ir até uma unidade de saúde que realize o procedimento, com o registro policial de ocorrência da agressão.


O profissional de saúde deverá indicar a necessidade da cirurgia por meio de diagnóstico formal, e em seguida encaminhar ao responsável pela unidade para sua autorização.


Em caso onde o médico se negar a informar o direito para a paciente, o mesmo poderá ser punido com multa equivalente a 10 vezes o valor do salário, perda da função e proibição de ser contratado pelo poder público e receber benefícios ou incentivos fiscais por quatro anos.

A Lei Nº 14.887, que determina essa medida, foi publicada pelo presidente da República em exercício, Geraldo Aclkmin, e dos ministros Silvio Almeida (Direitos Humanos), Simone Tebet (Planejamento) e Nísia Trindade (Saúde).

 

LEI MARIA DA PENHA

A lei Maria da Penha de número 11.340, criada em 7 de agosto de 2006, teve como motivação o caso da ativista cearense que dá nome à legislação. Maria ficou paraplégica após ser baleada nas costas pelo marido enquanto dormia. O caso aconteceu em 1983, quando ela tinha 38 anos.

Maria da Penha Maia Fernandes nasceu em 1945, na cidade de Fortaleza, no estado do Ceará, Brasil. Sua vida é marcada por uma história de superação e luta pelos direitos das mulheres vítimas de violência doméstica.

Em 1983, quando seu marido tentou assassiná-la pela primeira vez, ela foi alvejada pelas costas enquanto dormia, deixando-a paraplégica. Em seguida, ele tentou eletrocutá-la durante o banho. Apesar das evidências e do testemunho de suas filhas, o agressor não foi devidamente responsabilizado, e Maria da Penha teve que lutar por mais de duas décadas por justiça.

Sua batalha legal começou em 1984, quando denunciou seu marido à polícia. No entanto, devido à demora do sistema judicial brasileiro, foi apenas em 1991 que ele foi condenado a 15 anos de prisão. No entanto, graças a recursos legais, ele permaneceu em liberdade.

Inconformada com a impunidade do agressor, Maria da Penha buscou apoio em organizações de direitos humanos e em 1998, com o auxílio do Centro pela Justiça e pelo Direito Internacional (CEJIL) e do Comitê Latino-Americano e do Caribe para a Defesa dos Direitos da Mulher (CLADEM), levou o caso à Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA (Organização dos Estados Americanos).

A Comissão Interamericana condenou o Estado brasileiro pela negligência e omissão em relação ao caso de Maria da Penha, considerando-o como um exemplo da violência sistemática enfrentada pelas mulheres no Brasil. Como resultado dessa pressão internacional, o Brasil foi compelido a criar uma legislação mais rigorosa para combater a violência doméstica.

Em 2006, após anos de mobilização e pressão, a Lei Maria da Penha foi finalmente promulgada, tornando-se um marco na luta contra a violência doméstica no Brasil. A lei estabelece medidas de proteção às mulheres em situação de violência, prevê a criação de centros de referência e delegacias especializadas, e endurece as penas para os agressores.

Formada em Farmácia e Bioquímica, Maria, hoje aos 76 anos, continua a ser uma voz ativa na defesa dos direitos das mulheres e na luta contra a violência de gênero.

 

Mais Saúde com Agente

Com vagas abertas, Mato Grosso do Sul já registrou 1,4 mil candidatos para curso de Agente de Saúde

Em todo o país já são 103.402 inscritos na primeira semana de inscrições para os cursos; O prazo de inscrição vai até o dia 24 de junho

13/06/2024 16h00

Na primeira semana de inscrições, Mato Grosso do Sul registrou 1.400 candidatos para os cursos de Agentes de Saúde

Na primeira semana de inscrições, Mato Grosso do Sul registrou 1.400 candidatos para os cursos de Agentes de Saúde Foto: Gerson Oliveira / Correio do Estado

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Com objetivo de atualizar a formação da categoria, as inscrições do Programa Mais Saúde com Agente em Mato Grosso do Sul já alcançou 1.407 inscritos.

Dentre os incritos no Estado, 899 são para vagas de cursos técnicos em Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e 508 são para Agentes de Combate às Endemias (ACEs).

Nacionalmente o Programa Mais Saúde com Agente já registrou 103.402 inscritos em todo o país durante a primeira semana de abertura das inscrições. As inscrições on-line para o programa estão abertas até o dia 24 deste mês.

O Programa Mais Saúde com Agente ampliou neste ano a oferta do processo seletivo dos cursos técnicos em Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e Agentes de Combate às Endemias (ACE), para promover a qualificação profissional para a Atenção Básica e Vigilância em Saúde no Sistema Único de Saúde (SUS).

Estes cursos são destinados para a formação técnica dos Agentes de Combate às Endemias e Agentes Comunitários de Saúde atuantes no Sistema Único de Saúde (SUS), que exerçam a atividade profissional nos municípios que aderiram ao Programa Mais Saúde. 

Os pré-requisitos para os candidatos a vaga nos cursos técnicos são: Ensino médio completo ou estar cursando o último ano do ensino médio, ou estar matriculado na Educação de Jovens e Adultos (EJA).

O Ministério da Saúde estabeleceu neste ano em R$ 2.824 o valor do incentivo financeiro federal para custeio mensal de agentes comunitários de saúde (ACS) e de agentes de vigilância em saúde com ênfase no combate às endemias (ACE). 

CURSOS TÉCNICOS

De acordo com site do Programa Mais Saúde com Agente, os interessados no curso técnicos em Agentes Comunitários de Saúde (ACS) vão aprender:

  • Realizar diagnóstico das condições de vida e saúde da população do seu território de atuação, de forma articulada com profissionais da atenção básica;
  • Desenvolver um trabalho integrado com a vigilância em saúde e a atenção básica no território;
  • Realizar ações de promoção e prevenção à saúde dos indivíduos e das famílias;
  • Coletar e registrar dados relativos às visitas domiciliares, considerando as particularidades de grupos específicos;
  • Conhecer as condicionalidades de programas sociais, em parceria com a rede de atenção intersetorial;
  • Desenvolver ações de planejamento integrado no tocante à promoção, prevenção e controle das doenças e agravos no seu território de atuação.

Para os cadidatos que optarem em ingressar no curso técnico de Agentes de Combate às Endemias (ACE), serão realizadas atividades com o intuito de aprender:

  • Realizar o diagnóstico das condições de vida e saúde da população do seu território de atuação, de forma articulada com profissionais da atenção básica;
  • Desenvolver um trabalho integrado com a vigilância em saúde e a atenção básica no território;
  • Realizar ações de promoção e prevenção à saúde dos indivíduos e das famílias na lógica da vigilância em saúde;
  • Desenvolver o trabalho da vigilância em saúde, a partir de visão interdisciplinar e globalizada;
  • Desenvolver estratégias para mobilização da comunidade e o estímulo à participação nas políticas públicas voltadas para as áreas da saúde, ambiental e socioeducacional.

Ambos os cursos serão realizados por meio de atividades em Educação a Distância (EAD) e de atividades práticas presenciais. Ao final do curso os estudantes recebem o diploma técnico da área escolhida.

São 180 mil vagas para todo o Brasil para os cursos técnicos de Agente Comunitário de Saúde e Técnico de Vigilância em Saúde com Ênfase no Combate às Endemias.

De acordo com orientações da  Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES), do Governo Federal, é fundamental que os interessados verifiquem se receberam a mensagem de validação no e-mail cadastrado, pois somente as inscrições concluídas serão consideradas para análise.

SAIBA

O programa busca capacitar os candidatos para melhorar a análise das informações coletadas nas residências e território de atuação, a fim de orientar a população e melhorar a qualidade da atenção primária, fortalecendo a vigilância em saúde. 

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