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TROCA-TROCA

Dourados troca secretário de Saúde pela segunda vez durante pandemia do coronavírus

Última troca aconteceu no mês passado, quando a prefeitura exonerou Berenice de Oliveira Machado do cargo
10/08/2020 15:03 - Fábio Oruê


Prefeitura de Dourados anunciou nesta segunda-feira (10) a exoneração do secretário municipal de Saúde, o médico Gecimar Teixeira Júnior, nomeado há pouco mais de um mês, após a demissão de Berenice de Oliviera Machado, que estava a frente do cargo até 7 de julho. 

No lugar de Gecimar assume o também médico Frederico Oliviera Weissinger, sendo o terceiro na pasta a comandar os problemas do enfrentamento ao coronavírus. 

Segundo publicou o site Dourados News, este é o quinto responsável pelo comando da pasta desde o início da atual gestão, da prefeita Délia Razuk (PTB). 

O Executivo Municipal informou que a substituição foi “em função da necessidade de contar com o trabalho intensivista do médico Gecimar Teixeira nas unidades de terapia intensiva”, já que a legislação preve dedicação exclusiva e em tempo integral ao comando da pasta. 

QUINTO SECRETÁRIO

As mudanças no comando da Secretaria Municipal de Saúde começaram em dezembro de 2018, quando Renato Oliveira Garcez Vidigal foi exonerado a pedido e substituído por Vagner da Silva Costa, lembrou o Dourados News. 

Nova troca ocorreu em fevereiro de 2019, quando o interino também pediu exoneração e a função de gestor foi delegada à Berenice de Oliveira Machado Souza. Ela, por sua vez, foi exonerada a pedido em 7 de julho, ocasião em que Gecimar foi nomeado.

Segundo a prefeitura, essa mudança “também dá ao médico Gecimar Teixeira liberdade no exercício da medicina, que continua mesmo depois de passar alguns dias na UTI (Unidade de Tratamento Intensivo), em estado grave pela Covid-19, se recuperou e de pronto retomou as atividades no combate à pandemia de coronavírus, tendo depois sido nomeado secretário municipal de saúde, cargo ao qual vinha se dedicando de maneira exclusiva”.

 
 

Felpuda


Questão de família acabou descambando para o lado da política, e a confusão já é do conhecimento público. 

A queda de braço tem como foco a troca de apoio político que, de um, foi para outro. Sem contar as ameaças de denúncia da figura central do imbróglio. 

A continuar assim, há quem diga que nenhum dos dois candidatos a vereador envolvidos na história conseguirá ser eleito. Barraco é pouco!