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INSPEÇÃO

Doze agências bancárias são notificadas pelo Procon-MS por irregularidades em atendimentos

A maior parte das reclamações dos consumidores são o tempo de espera para receber atendimento
26/09/2020 09:39 - Gabrielle Tavares


A Superintendência para Orientação e Defesa do Consumidor (Procon-MS) fiscalizou, entre os dias 15 e 23 de setembro, denúncias de consumidores que se sentiram prejudicados em relação ao mau atendimento em doze agências bancárias da Capital.

A inspeção aconteceu em cinco agências do Bradesco, três do Santander, duas do Banco do Brasil, uma da Caixa Econômica Federal e uma do Itaú.  

Em relação às irregularidades, foram autuadas três agências do Bradesco, duas do Santander e uma da Caixa. Além de serem expedidos seis autos de infração e seis relatórios de visita, quando não se confirma a irregularidade denunciada.

As reclamações dos consumidores são, em maioria, o tempo de espera para atendimento e a necessidade de precisar aguardar fora das empresas para evitar aglomerações internamente. 

“Ficou constatado que, mesmo expostas, as pessoas não recebem senhas que possam demonstrar o tempo que estão aguardando. Quando ocorre, as senhas só são entregues no momento que entram nas agências e sem discriminação do serviço que necessitam ou se se trata de cliente preferencial”, divulgou, em nota, o Procon-MS.

De acordo com o órgão, a maioria das agências não expõe cartazes de informação a respeito do horário de expediente, “deixando o consumidor ainda mais vulnerável e, por vezes, permanecendo muito tempo em fila e saindo sem ser atendido por ter expirado o tempo”.

Também houve reclamações em relação ao serviço de desconto de cheques. A Caixa afirmou que a transação não se tratava de serviço essencial.

O Procon-MS também verificou o descumprimento das regras de biossegurança, como distanciamento entre as pessoas nas filas e a falta de álcool em vários dos locais fiscalizados.

 
 

Felpuda


Questão de família acabou descambando para o lado da política, e a confusão já é do conhecimento público. 

A queda de braço tem como foco a troca de apoio político que, de um, foi para outro. Sem contar as ameaças de denúncia da figura central do imbróglio. 

A continuar assim, há quem diga que nenhum dos dois candidatos a vereador envolvidos na história conseguirá ser eleito. Barraco é pouco!