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E o vento levou...

E o vento levou...

FERNANDO MIRAGAYA, AUTO PRESS

05/02/2010 - 00h50
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Automóveis sem capota sempre chamam a atenção. Quando menores, então, parecem ter um charme a mais. Foi isso que a Renault buscou com o Wind, que vai ser apresentado no Salão de Genebra, com início previsto para 4 de março. A marca francesa o classifica como um cupêroadster dois lugares, mas o modelinho, baseado no monovolume Twingo, pode ser classificado tranquilamente como um targa, já que possui um arco atrás dos bancos que faz as vezes de coluna traseira. É desta característica de sua carroceria e de suas dimensões enxutas que surgem um dos principais diferenciais do Wind: sua capota. Ela pode ser recolhida ou acionada em apenas 12 segundos, enquanto nos conversíveis convencionais a operação leva geralmente mais de 20 segundos. Mas as linhas do Wind também chamam a atenção. Apesar de ser baseado na nova geração do Twingo, lançada em 2007, o Wind tem uma identidade mais harmoniosa, na qual prevalecem as linhas arredondadas e musculosas. O capô abaulado já deixa clara esta proposta. A tampa do motor tem um caimento acentuado ao centro, enquanto as extremidades são mais elevadas para receberem justamente os faróis angulosos. O conjunto ótico, aliás, remete ao do Fluence, sedã global da Renault que foi apresentado no Salão de Frankfurt, em setembro do ano passado, e que será lançado no Brasil este ano como novo Mégane. Ainda na frente, o Wind conta com uma generosa entrada de ar no spoiler dianteiro com cortes mais retos e definidos. Nas extremidades, surgem os faróis de neblina do tipo canhão. O losango que forma a logomarca da Renault aparece em uma protuberância na ponta do capô, que forma um discreto bico. Nas laterais, o doislugares abusa das saliências. Os paralamas bojudos emprestam um pouco de robustez ao carrinho. Três diferentes vincos na carroceria, por sua vez, passam a sensação de movimento indispensável aos modelos sem capota, sejam eles roadsters, conversíveis ou targas. A capota fechada do modelo segue a receita com caimento acentuado. Atrás, o vidro diminuto traz o brake-light, tem cortes arredondados e segue os limites dos encostos e do arco que serve de coluna traseira. Dois tubos também percorrem a lataria de trás na altura dos bancos do carro. As lanternas formam uma espécie de bumerangue, começando pelas laterais e envolvendo as pontas da carroceria – vistas de trás, lembram a forma de uma aspa. Um aerofólio em forma de arco ressalta um visual mais esportivo. A Renault deixou para o motorshow suíço mais informações técnicas sobre o Wind. Além do tempo de abertura de 12 segundos da capota, o portamalas comporta sempre 270 litros. Além disso, o modelo tem 3,63 metros de comprimento e o mesmo entre-eixos do Twingo: 2,37 m. Na parte de motorização, é provável que o Wind adote as opções tops de motores do monovolume: um 1.2 turbo com 100 cv de potência e um 1.5 turbodiesel de 64 cv. A previsão é de que o carrinho chegue ao mercado até o fim do ano. Na Europa, porém, o modelo não teria rivais diretos, já que Citroën C3 e o Peugeot 207 só tem versões cupê-cabriolet, com quatro lugares.

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BNDES financia R$ 1,98 bi para Bram construir 6 navios de apoio fretados pela Petrobras

O anúncio acontece um dia após a estatal assinar, com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, contratos para expansão da sua frota própria de gaseiros, barcaças e empurradores no estaleiro da Ecovix, no Rio Grande do Sul, no valor de R$ 2,8 bi

21/01/2026 19h00

Sede da Petrobrás

Sede da Petrobrás Imagem: Agência Petrobras

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O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou financiamento no valor de R$ 1,981 bilhão para a Bram Offshore Transportes Marítimos construir seis embarcações híbridas de apoio marítimo à produção offshore de petróleo e gás, que serão afretadas pela Petrobras, informou o banco nesta quarta-feira, 21.

O anúncio acontece um dia após a estatal assinar, com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, contratos para expansão da sua frota própria de gaseiros, barcaças e empurradores no estaleiro da Ecovix, no Rio Grande do Sul, no valor de R$ 2,8 bilhões.

Já as embarcações de apoio financiadas pelo BNDES decorrem de contratos da Petrobras para afretamento por 12 anos, e serão utilizadas para o transporte de suprimentos entre as plataformas de perfuração ou produção em alto mar e as bases em terra. A construção será no Estaleiro Navship, em Navegantes, Região Metropolitana da Foz do Rio Itajaí, em Santa Catarina.

A propulsão dos navios será híbrida, do tipo diesel-elétrica, com bancos de baterias que fornecerão energia suficiente para que, sem outra fonte, sejam capazes de manter a embarcação em posição por um tempo preestabelecido. Também serão dotadas de conector elétrico capaz de receber energia diretamente do porto, quando atracadas.

"O apoio do BNDES contribui para desenvolver e capacitar com emprego de tecnologias mais avançadas o parque nacional de estaleiros, a partir da produção de embarcações com banco de baterias e motores elétricos, que reduzem as emissões de gases de efeito estufa", afirmou em nota o presidente do banco, Aloizio Mercadante.

Segundo o BNDES, os recursos virão do Fundo da Marinha Mercante (FMM). A Bram vai adquirir, até julho de 2028, 6 embarcações da classe PSV 5000. Com o projeto, a expectativa é de criação de 620 empregos diretos no estaleiro durante a construção das embarcações e de 190 empregos diretos na Bram na fase operacional delas.

O anúncio foi feito nesta quarta-feira, 21, no Estaleiro Navship, pelo ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, em cerimônia com a presença da diretora de Infraestrutura e Mudança Climática do BNDES, Luciana Costa.

"Esse tipo de investimento só acontece em um País que voltou a ter estabilidade econômica e confiança para investir. O resultado não poderia ser melhor: estaleiros cheios, mais de 50 mil empregos gerados no setor em 2025 e o fortalecimento da nossa economia", disse na ocasião o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho.

A Bram Offshore Transportes Marítimos Ltda é uma empresa do grupo americano Edison Chouest, de capital fechado, com presença no Brasil desde 1991. Atualmente, é a maior companhia de apoio offshore do país, operando uma frota de 77 embarcações.

Ponta Porã

Fronteira: PF deflagra operação contra uso irregular de substâncias químicas

Investigação foi iniciada com a apreensão de caminhõestanque

21/01/2026 18h20

Foto: Divulgação

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A Polícia Federal realizou nesta quarta-feira (21), uma operação contra empresas suspeitas de utilizar estruturas de fachada para o manuseio irregular de substâncias química, ação realizada em Ponta Porã, na fronteira com o Paraguai.

A investigação foi iniciada com a apreensão de caminhõestanque, que transportavam líquido transparente identificado como NAFTA, comumente empregada na adulteração de combustíveis. 

A ação contou com o apoio de fiscais da Agência Nacional do Petróleo (ANP) e cumpriu mandados de busca e apreensão e a suspensão de atividades ilegais.

Operação visa prevenir práticas ilícitas, proteger o consumidor e fortalecer a coleta de provas para o aprofundamento das investigações. As apurações seguem em andamento, sob sigilo.

A substância apreendida estava em desacordo com as notas fiscais. Há indícios de que o líquido era carregado e armazenado clandestinamente em imóveis ligados às empresas investigadas.

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