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DISPUTA

Eleições presidenciais na Bolívia sofrem novo adiamento

Pleito foi remarcado para o dia 18 de outubro deste no por conta da pandemia
24/07/2020 01:00 - Estadão Conteúdo


O Supremo Tribunal Eleitoral (TSE) da Bolívia adiou para 18 de outubro as eleições presidenciais e legislativas do país, que seriam realizadas em 6 de setembro. A mudança, motivada pela pandemia do coronavírus, foi anunciada pelo presidente Salvador Romero nesta quinta-feira (23).

Romero afirmou que o adiamento segue os relatórios médicos de que a pandemia terá seu pico mais alto entre o fim de agosto e o começo de setembro.

Programadas inicialmente para maio, as eleições substituem as de outubro de 2019, que foram canceladas por alegações de fraude e levaram à renúncia e saída do país do ex-presidente Evo Morales

"A data definitiva da eleição gera melhores condições para a proteção da saúde, as instalações de votação no exterior e a chegada de missões internacionais de observação", argumentou o presidente do TSE. Ele disse que a decisão é "resultado de considerações legais, científicas e políticas".

Além de 18 de outubro como data programada para o primeiro turno, o Tribunal Superior Eleitoral definiu que o eventual segundo turno acontecerá em 29 de novembro. As cerimônias de posse dos eleitos serão em dezembro, segundo cronograma apresentado.

O pleito visa eleger presidente e vice-presidente, além de deputados e senadores, cargos que estão sendo ocupados interinamente desde a anulação do realizado em outubro do ano passado.

A Igreja Católica se juntou às forças conservadoras bolivianas na manhã de quinta-feira para exigir o adiamento das eleições devido à escalada da pandemia, que registra no país mais de 64 mil infectados e 2.328 mortos.

Por outro lado, o Movimento para o Socialismo (MAS), partido do ex-presidente Morales e do candidato líder de intenções de votos Luis Arce, e a Central Operária Boliviana (COB) insistiam na realização das eleições na data prevista.

De acordo com boletim mais recente, a Bolívia registra 64.135 casos de infecção pelo novo coronavírus, e 2.328 em decorrência da Covid-19.

 
 

Felpuda


Questão de família acabou descambando para o lado da política, e a confusão já é do conhecimento público. 

A queda de braço tem como foco a troca de apoio político que, de um, foi para outro. Sem contar as ameaças de denúncia da figura central do imbróglio. 

A continuar assim, há quem diga que nenhum dos dois candidatos a vereador envolvidos na história conseguirá ser eleito. Barraco é pouco!