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SOLIDARIEDADE

Em ação solidária, jornalista consegue mais de 1.500 litros de água potável a ribeirinhos

Cerca de 25 famílias da região da Serra do Amolar, em Corumbá, estão com escassez de água potável
03/10/2020 16:57 - Carol Alencar Cozzatti


Preocupada com as 25 famílias ribeirinhas da comunidade da Barra de São Lourenço, divisa entre Mato Grosso do Sul com Mato Grosso, na Serra do Amolar em Corumbá, a jornalista Silvia Santana realizou uma operação solidária ao povo daquela região. 

Há dias a comunidade está no combate ao fogo que assola o Pantanal e cada vez mais, o cenário só piora. Segundo a jornalista, a escassez de água potável se deve por conta do nível do rio Paraguai que está baixíssimo, o que prejudica ainda mais a qualidade da água. “Não está sendo possível utilizar essa água para consumo humano e num trabalho de formiguinha, conseguimos recursos para poder levar água de beber e mandar pra lá”, disse a jornalista que tem uma ligação forte com a comunidade, que foi onde ela desenvolveu a dissertação de Mestrado.

Silvia disse ainda que pouco se noticia sobre a situação que os ribeirinhos vêm enfrentando com as queimadas no Pantanal e que isso, a agoniou e, numa ação solidária mobilizou amigos, e familiares, e juntos conseguiram arrecadar fundos para comprar água potável e encaminhar até a região. “Já nas primeiras 24 horas de ação consegui o dinheiro para comprar 1.500 litros de água. A logística da entrega dessa água é bem complicada, mas consegui um barco que levou a água comprada diretamente em Corumbá para facilitar a questão do transporte”, conta.

A jornalista espera poder contar com mais ajuda para amenizar o impacto naquela região. "Vamos mandando por etapas porque vai demorar um pouco para a situação da comunidade se regularizar; meu medo é que quando começar a chover, a cinza caia no rio e piore ainda mais a situação do consumo da água", explica Silvia que estima conseguir comprar mais 3 mil litros nos próximos dias. 

A jornalista contou com o apoio da ONG Ecoa que publicou em sua rede social a preparação de um projeto para uma solução definitiva aquela região.

 
 

Felpuda


Racha em entidade religiosa teve péssimas consequências eleitorais na disputa por vagas na Câmara Municipal de Campo Grande.

O quiproquó, também, digamos, com nuance familiar, provocou estragos da-que-les.

Aí, como consequências, fez com que quem está não conseguisse votos suficientes para permanecer em 2021-2024 e quem estava fora tentando retornar ficasse à beira do caminho. 

Como se vê...