Cidades

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Em algumas regiões, Pantanal continua seco

Em algumas regiões, Pantanal continua seco

Redação

09/03/2010 - 08h49
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A cheia no Pantanal ainda não atingiu algumas subregiões da planície, indicando que a chegada das águas ocorre de forma pontual e em localidades onde afluentes registraram níveis acima do normal para o início do ano, como o Miranda, Aquidauana, Coxim, Piquiri, Taquari, Vermelho, Negro e Abobral. O Rio Paraguai subiu apenas um centímetro em uma semana na régua de Ladário. Fazendas situadas na Nhecolândia e Paiaguás, ao Norte, ainda convivem com a seca, obrigando os proprietários a recorrer a açudes e poços artesianos para dar de beber ao gado. Para o piloto pantaneiro Chico Boabaid, que sobrevoa a planície semanalmente, a cheia do Paraguai ainda não mostrou sua força nestas regiões normalmente alagadas quando ocorre grande volume de chuvas. A régua de Ladário, na base da Marinha, é o termômetro do comportamento hídrico da bacia e ontem o Rio Paraguai estava em 3,14 metros, um centímetro a menos e abaixo da previsão do Ministério de Minas e Energia, que mantém um sistema de vigilância da cheia no Pantanal. O último boletim divulgado pelo órgão indicava que o rio chegaria a 3,30 metros no dia 5, o que deverá ocorrer na segunda quinzena. Em oscilação Na Estrada-Parque, unidade de conservação que corta a Nhecolândia, o comportamento das águas também mostrou-se sem alterações esta semana. Mas ocorrem fortes precipitações na região, segundo informaram donos de pesqueiros e pousadas. O volume de água aumentou nas margens da estrada e da rodovia BR-262, ainda por influência do transbordamento do Miranda, no final de 2009. Ontem, o Rio Paraguai em Cáceres (MT) registrou o nível de 5,32 metros, 30 centímetros a menos desde o dia 1º. O afluente Cuiabá, que chegou a 7,92 metros, no dia 16 de fevereiro, está em 3,96 metros, em oscilação diária. O nível de 3,56 metros para o Paraguai no final desta semana, na previsão do Ministério de Minas e Energia, está descartado. A marca é esperada para meados de abril.

Mercado online

Polícia acaba com esquema que desviava mercadorias compradas on-line

O esquema contava com participação de funcionários que desviavam compras feitas online; apenas uma funcionária furtou um total de R$ 10 mil no último mês

15/07/2024 17h20

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Funcionários de uma transportadora de entrega de produtos adquiridos pela internet, foram presos pelo desvio de mercadorias. Somente em junho "a mão leve" levou o equivalente a R$ 10 mil. 

A atividade do grupo foi encerrada na manhã desta segunda-feira (15), quando agentes da 2º Delegacia de Polícia prendeu o grupo de funcionários que agiam tanto em Campo Grande quanto no interior do Estado.

O levantamento das investigações indicou que os funcionários usavam o sistema da transportadora e davam baixa (marcando como se a mercadoria fosse entregue) nos produtos que terminavam desviando. O grupo tinha preferência pelas seguintes mercadorias:

  • Joias
  • Celulares
  • Roupas
  • Perfumaria
  • Itens alimentícios, entre outros.

Além disso, o foco dos criminosos estavam em produtos destinados a outros estados e por alguma inconsistência do sistema terminavam no depósito da empresa na Capital. Como ficavam meses sem destino o grupo acabava ludibriando o sistema e ficando com a encomenda. 

Conforme divulgado pela Policia Civil, uma das funcionárias que participava do esquema confessou que desviou aparelhos celulares e joias revendidas de joalherias de marcas conhecidas que por fim terminaram sendo derretidas.

Apenas essa funcionária desviou um total de R$ 10 mil reais em furtos referentes ao mês de junho. No sistema ela ainda repassava os valores das notas fiscais por metade do preço. 

Os agentes seguem com a investigação para recuperar os objetos furtados. Como não houve flagrante da ação criminosa alguns dos envolvidos seguem soltos para responder ao processo em liberdade.

Com relação a transportadora os suspeitos tiveram o  contrato de trabalho rescindido.

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Estelionato

Mulher alega dívida em jogo do Tigrinho, pede cartão a idoso e saca R$ 100 mil

Ao relatar aos policiais, o idoso disse que a mulher pediu ajuda porque precisava sacar dinheiro do jogo, afirmando que estava sem o aplicativo do banco

15/07/2024 17h00

Imagem ilustração

Imagem ilustração Reprodução/

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Um idoso de 66 anos procurou a polícia nesta segunda-feira (15) após ser vítima de estelionato em Campo Grande. De acordo com a polícia, a vítima estaria devendo quase R$ 100 mil em empréstimos bancários feitos por outra pessoa, que foram utilizados para jogos de cassino online sem sua permissão.

Conforme informações do boletim de ocorrência, o idoso relatou que a vizinha de 27 anos pediu o cartão emprestado, alegando estar com problemas no aplicativo bancário e precisando sacar dinheiro que havia ganhado no jogo do Tigrinho, conhecido popularmente como jogo de cassino online. 

Como a jovem morava no local há três anos, o idoso disse à polícia que confiou nela e resolveu emprestar seu cartão bancário. Em depoimento, o idoso afirmou que descobriu o estelionato depois que sua filha verificou o extrato bancário e encontrou um saque de R$ 7 mil.

Em depoimento à polícia, a filha do idoso disse que foi até a residência da mulher para tirar satisfações sobre o saque, mas foi surpreendida ao descobrir que a suspeita não estava mais morando no local.

Preocupados com o alto valor sacado, o idoso e sua filha foram até a Polícia Civil registrar a ocorrência por estelionato contra idoso. De acordo com a polícia, há câmeras de segurança em locais onde a mulher teria sacado o dinheiro, o que pode ajudar na identificação da suspeita.

 

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