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DIA DE FINADOS

Em ano de pandemia, até o luto teve que ser adaptado e mais de 7 mil pessoas anteciparam visitas

Quem foi prestar homenagens neste Dia de Finados precisou seguir regras de biossegurança
02/11/2020 11:39 - Ana Karla Flores, Gabrielle Tavares


Limite de 50% de ocupação da capacidade do cemitério, uso obrigatório de máscaras e dar preferências para visitas em horários de pouco movimento. 

Este ano homenagear os que já se foram ficou um pouco mais trabalhoso, mas de acordo com a Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (Sisep) maior parte da população da Capital colaborou com as regras de biossegurança.

Policiais Civis estão fiscalizando as visitas desde o sábado (31) e informou que os três cemitérios municipais receberam em torno de 7.500 pessoas no final de semana. O mais visitado foi o Santo Amaro, com cerca de 4.700 pessoas.

De acordo com a polícia, ainda não há estimativa de quantos visitantes vão comparecer aos cemitérios nesta segunda-feira (2), mas a Sisep estimou que não haverá grandes aglomerações.

“Existe a limitação de gente, mas como o cemitério é um espaço muito amplo e muitas pessoas anteciparam as visitas, acredito não vai ter necessidade de formar filas de espera. Não está vindo todo mundo ao mesmo tempo”, explicou o administrador dos cemitérios municipais pela Sisep, Marcelo Barbosa.

Aferição de temperatura na entrada, disponibilização de álcool em gel e funcionários para orientar o público estão presentes no Santo Amaro, Santo Antônio e Cruzeiro, também conhecido como São Sebastião.

 
 

Roseni Silveira, 40 anos, optou por visitar seu pai e sua avó na manhã desta segunda. Ela disse que costumava os visitar várias vezes durante o ano, não só no feriado, prática que foi evitada durante 2020.

“Meu pai está aqui há oito anos, a gente sempre vem visitar, limpar, deixar tudo arrumado. Neste ano que a gente veio pouco, tentamos evitar por causo da Covid. Hoje vim visitar ele [pai de Roseni] e minha avó, que faleceu 32 anos atrás. Agora está um pouco mais tranquilo eu aproveitei para vir ver os dois”, relatou.

Paulo Henrique Lopes, 42, foi homenagear o filho, que morreu há três anos. Ele mora em Batayporã e percorreu 308 quilômetros para rever o túmulo do filho. Nem o luto o impediu de seguir as recomendações de biossegurança.

“Com proteção a gente se sente confortável em vir. Mas sempre com proteção, máscara, álcool gel, com distância, mesmo na casa dos parentes a gente procura manter um segurança. A pandemia deu uma melhorada, mas ainda não dá para baixar a guarda”, ressaltou.

Mais de 150 pessoas estão trabalhando neste feriado que conta com a colaboração da Sisep, Policia Civil, Secretaria Municipal de Saúde, Secretaria Municipal De Governo e Relações Institucionais (Segov), Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran) e Solurb.

 
 

Felpuda


Embora tenha manifestação de que não haverá mudanças na administração municipal que se iniciará dia 1º de janeiro, o que se ouve por aí é que a realidade não seria bem assim.

Alguns setores deverão passar por alterações, como forma de se azeitar engrenagens que estariam deixando a desejar. 

O Diário Oficial, a partir daquela data, deverá ser a publicação mais lida a cada manhã.