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SUJEIRA

Em quatro dias de carnaval, três toneladas de lixo foram recolhidas

Volume vai aumentar, pois ainda falta um dia de festa
25/02/2020 14:40 - Camila Andrade Zanin, Izabela Jornada


Em quatro dias de carnaval, aproximadamente, três toneladas de lixo foram retiradas dos três locais em que a festa está acontecendo em Campo Grande, na Esplanada Ferroviária, na Praça do Papa e na Avenida Fernando Corrêa da Costa.  

De acordo com o sub-encarregado operacional da Solurb Campo Grande Dilvo Oliveira dos Santos, esse volume deve aumentar, pois, ainda falta um dia para o carnaval terminar.

A festa começou na última sexta-feira (21) e vai encerrar na noite de hoje. Mais de 20 mil pessoas por dia estão se concentrando só na região da Esplanada Ferroviária, local onde os blocos carnavalescos estão organizados para animar os foliões.

Caçambas foram espalhadas pelas ruas e avenidas em que ocorrem o carnaval, mas mesmo assim, o volume de lixo nas ruas é grande.

Os blocos se apresentaram nas tardes de sábado, domingo, segunda e nesta terça-feira (25) a festa vai continuar por conta do Cordão da Valu.

De acordo com a Solurb, aproximadamente, quatro equipes trabalham para retirada dos lixos. Os trabalhos ocorrem na manhã seguinte, depois da noite de folia.  Caminhões e caçambas carregadas de lixo são retiradas dos locais para que, na próxima tarde, os foliões possam pegar o espaço limpo.

AGENDA  

Nesta terça-feira (25), último dia do carnaval, a partir das 14h começa a concentração na Esplanada Ferroviária e a animação ficará por conta do Cordão da Valu.

Na Praça do Papa a concentração começará às 19h de hoje com desfiles das escolas de samba de Campo Grande.

Em seguida, às 20h, começa o carnaval de rua na Avenida Fernando Corrêa da Costa com encerramento marcado para 4h30.

 

Felpuda


Figurinha carimbada ganhou o apelido de “biruta”, instrumento que indica direção do vento e, por isso, muda constantemente. Dizem que a boa vontade até existente ficou no passado, e as reclamações são muitas, mas muitas mesmo, diante das decisões que vem tomando a cada mudança de humor do eleitorado. Como bem escreveu o poetinha Vinicius de Moraes: “Se foi pra desfazer, por que é que fez?”.