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PERÍCIA

Em sete dias, 200 medidores de energia serão retirados

Os aparelhos serão encaminhados para a sede da Energisa
16/03/2020 12:31 - Izabela Jornada


Técnicos da concessionária responsável pela distribuição de energia de 75 dos 79 municípios do Estado de Mato Grosso do Sul, a Energisa, integrante da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), grupo que investiga possíveis irregularidades da empresa e integrantes do Procon levarão uma semana para retirar os 200 medidores de energia que serão periciados. O trabalho de retirada dos aparelhos vai demorar sete dias. Após a retirada dos medidores, eles receberão dois lacres, um da Energisa e outro da CPI.

Após serem retirados, os técnicos levarão os aparelhos para a sede da Energisa e em seguida os medidores receberão os lacres. Na próximo quarta-feira (18) a comissão voltará a se reunir para definir calendário das ações que serão tomadas.

De acordo com o presidente da CPI, deputado Felipe Orro (PSDB), os transformadores serão aferidos, bem como a tensão da rede. “Nós vamos fazer isso também, só que vai ser um número menor, vai ser complexo e mais caro, nós já solicitamos a mesa da Assembleia (Legislativa) que veja uma empresa para fazer perícia nos transformadores da rede para ver se não está tendo erro na rede ou mais do que as unidades consomem. É uma série de fatores técnicos estamos vendo todos esses dados para chegar um veredicto melhor”, afirmou Orro.

Na ocasião, outro integrante da comissão, o relator deputado Renan Contar (PSL) lembrou da situação em que técnico da Energisa, que está atuando no grupo da CPI, procurou peritos do campus de São Carlos da Universidade de São Paulo (USP), responsáveis em periciar os 200 medidores. “Não ficou claro e isso é feio, ao nosso olhar, os encaminhamentos técnicos precisam ser feitos pela CPI”, afirmou Contar.

Em contrapartida a jurídica da Energisa declarou que “não há vontade de trabalhar de forma avessa e cabe sim ao perito falar com o assistente técnico da Energisa na CPI”, justificou.  

A comissão decidiu que 300 medidores estão autorizados a ser retirados. Os aparelhos são de reclamantes que denunciaram alguma irregularidade da Energisa ao Procon.

Caso não se encontre o morador ou ele não autorize, a equipe se deslocará para outra Unidade Consumidora. Quando se atingir os 200 “relógios” coletados, o serviço é concluído. Representantes da Energisa contestaram o método, mas a CPI indeferiu o pedido.

 

Felpuda


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