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PANDEMIA

Em três semanas, haverá aumento expressivo no número de casos de Covid-19, diz secretário

Nesta terça-feira, Saúde confirmou 14 casos nas últimas 24 horas, elevando total para 80
07/04/2020 18:46 - Adriel Mattos, Natalia Yahn


O número de casos da Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, em Mato Grosso do Sul terá um grande aumento nas próximas semanas, segundo o titular da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Geraldo Resende. A declaração foi dada na noite desta terça-feira (7) em entrevista ao telejornal MS2, da TV Morena.

“Teremos um número expressivo de casos em três semanas. Se as pessoas nos ajudarem a fazer com que a curva se achate para que possamos melhorar a rede de apoio a paciente menos críticos e mais graves”, afirmou, em referência ao volume de casos que o sistema de saúde consegue atender.

Hoje, a SES confirmou mais 14 casos, o maior número de confirmações em 24 horas desde os primeiros registros. No total, são 80 casos em todo o Estado. A maioria dos pacientes está em Nova Andradina. A cidade tem seis pessoas contaminadas.  

Outras quatro são da Capital. Batayporã, Chapadão do Sul, Corumbá e Sonora tiveram uma confirmação cada. Com a primeira confirmação na Cidade Branca, todas as macrorregiões da saúde estão com pessoas infectadas.

Outras 29 estão em isolamento domiciliar e mais 33 finalizaram a quarentena e foram declaradas curadas da doença. Somente duas pessoas morreram, ambas em Batayporã.

Campo Grande concentra maior parte dos casos de coronavírus em Mato Grosso do Sul, com 49 confirmações. Nova Andradina aparece em segundo lugar com nove. Na sequência vem Batayporã e Dourados com seis casos cada, Três Lagoas com três.

Ponta Porã, Corumbá, Sidrolândia, Sonora, Alcinópolis e Rio Verde de Mato Grosso têm apenas um paciente cada.

 

Felpuda


Figurinha carimbada ganhou o apelido de “biruta”, instrumento que indica direção do vento e, por isso, muda constantemente. Dizem que a boa vontade até existente ficou no passado, e as reclamações são muitas, mas muitas mesmo, diante das decisões que vem tomando a cada mudança de humor do eleitorado. Como bem escreveu o poetinha Vinicius de Moraes: “Se foi pra desfazer, por que é que fez?”.