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JEITINHO

Três casos de “gambiarra” para burlar tornozeleira eletrônica são descobertos

Maycon da Silva Rodrigues burlou o equipamento ontem, mas acabou preso
27/09/2018 12:18 - MARESSA MENDONÇA


 

A Polícia Militar prendeu, na manhã desta quinta-feira (27), em Campo Grande Maycon da Silva Rodrigues. Ele, que usava uma tornozeleira eletrônica, tentou burlar o sistema utilizando uma gambiarra com papel alumínio. É o terceiro caso do tipo em apenas um mês.

Conforme as informações divulgadas pela Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen),  a interrupção do sinal foi descoberta na noite de ontem. Após ser acionada, a Polícia Militar foi até a casa de Rodrigues, mas ele não foi encontrado.

Quando isto ocorre, o monitorado passa a ser considerado foragido e, quando encontrado, volta a cumprir pena em regime fechado. É o que ocorreu com Rodrigues na manhã desta quinta-feira.

OUTROS CASOS

Na semana passada, dois presidiários burlaram o sinal de GPS dos aparelhos colocando um pedaço de papel alumínio, um acabou morto em confronto com a Polícia Militar e outro foi preso.

À época, a Agepen já havia adiantado que, estava analisando possíveis ajustes técnicos nas tornozeleiras eletrônicas usadas em detentos de Mato Grosso do Sul. “Em ambos casos, o sistema de monitoramento acusou a ausência de sinal GPS e foi informado à autoridade competente. Inclusive em um deles foi comunicado a evasão antes mesmo de ser efetuada a prisão”, informaram em nota divulgada na ocasião.

Em outra nota divulgada hoje, a  Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário informou que, “determinou à empresa responsável pelo fornecimento e manutenção dos equipamentos providências para evitar qualquer tipo de fraude no sistema”.

Felpuda


Com trabalho suspenso, por causa da Covid-19, investigação parou sem ter começado e, agora, dois dos cabeças do grupo de trabalho estão “chovendo no molhado”. Assim, para continuar, digamos, em evidência, vêm divulgando sobre a “firmeza” de ambos em “dar continuidade”, tão logo acabe a pandemia que, assim como os resultados dos trabalhos, são incógnitas que só. Portanto, melhor seria aguardar o desenrolar dos acontecimentos para sair “cantando de galo”.