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CAMPO GRANDE

Empreiteiras de João Amorim têm maior fatia do tapa-buraco

Empresas como a Proteco e a LD seguem firmes em operação no município
03/12/2014 08:03 - DA REDAÇÃO


 

O empreiteiro João Amorim, que de 2011 para cá manteve contratos de mais de 230 milhões com setores públicos, é o que mais  estende seus negócios com a Prefeitura de Campo Grande. Desta vez, as empreiteiras Proteco e LD, ligadas diretamente a ele, tiveram sua participação na interminável operação “Tapa-Buracos”, de Campo Grande, prorrogada. Por mês, o município despeja entre R$ 13 milhões a R$ 15 milhões para manutenção do asfalto das ruas da cidade, que, ainda assim, continuam repletas de crateras. Amorim, dono da Proteco Construções, é o que mais arrecada com o serviço.

E o negócio de Amorim prospera de mês a mês. Ontem, por exemplo, a Câmara dos Vereadores aprovou projeto de lei que autoriza abertura de crédito adicional suplementar no valor de R$ 62.255.000,00, dinheiro que será gastado nos próximos meses pelo prefeito Gilmar Olarte, do PP.
Note para onde vai a maior fatia do “recurso extra”, amparado com o aval dos vereadores da cidade: Secretaria de Infraestrutura, Transporte e Habitação, a Seintrha, que fica com R$ 45.910.000,00.

O suplemento, segundo projeto da prefeitura, complementa as despesas com diárias, serviços de limpeza pública e obras para a manutenção do órgão. No caso, é provável que empresas de Amorim, ou de empreendimentos ligados à sua família, sejam favorecidos. A LD Construções, de Luciano Dolzan, casado com a filha do empreiteiro, atua no segmento de obras e também limpeza pública. A LD é dona de metade da Solurb, empresa que cuida da coleta de lixo e limpeza urbana na cidade, atividades que rendem à empresa R$ 9 milhões mensais.

A reportagem, de Celso Bejarano, está na edição de hoje (3) do jornal Correio do Estado.

 

Felpuda


A parceria que até então era cantada em prosa e verso, com direito à divulgação de fotos em momentos de muita alegria, dá sinais de que realmente está se esgotando. O tal parceiro quase não mais aparece nos meios de divulgação, e até criticas, digamos, “meio de leve” vêm sendo feitas. Dizem que está o “maior climão”.Mas pelo sim, pelo não, resta esperar para ver onde é que essa parceria chegará. Sei não...