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NA PANDEMIA

Empresa é multada por descumprir contrato e não entregar 100 mil máscaras

Contrato de R$ 163 mil foi firmado com a Secretaria de Saúde, mas os equipamentos de proteção não foram entregues
16/09/2020 10:46 - Glaucea Vaccari


Secretaria Estadual de Saúde (SES) multou em R$ 32,6 mil uma empresa que descumpriu cumpriu e não forneceu 100 mil unidades de máscaras tipo respiratória PFF2 (N95) ao Estado.

Conforme despacho publicado hoje no Diário Oficial de Mato Grosso do Sul, a empresa fornecedora Fábio Equipamentos e Suprimentos de informática Eireli recebeu a penalidade de multa compensatória correspondente a 20% sobre o valor do contrato.

Empresa celebrou contrato com o governo no dia 13 de maio, no valor de R$ 163 mil, para o fornecimento das 100 mil máscaras PFF2, sem válvula de exalação, semifacial filtrante, para poeiras, névoas, fumos e gases ácidos 3M.

Os equipamentos de proteção são de suma importância para os profissionais de saúde que estão na linha de frente do enfrentamento ao covid-19.

No entanto, a empresa não cumpriu sua parte e não entregou os itens na data, considerado inadimplência total.

Por este motivo, foi aplicada a multa e o contrato foi rescindido.

A empresa é de Campo Grande e terá prazo para o contraditório e ampla defesa, segundo despacho assinado pelo secretário estadual de Saúde, Geraldo Resende.

Fornecedora tem o prazo de cinco dias úteis, a contar de hoje, para fazer o pagamento da multa e para apresentar sua defesa.  

Na semana passada, duas outras empresas também foram penalizadas por descumprirem contrato para fornecimento de máscaras.

Uma das companhias fica em Campo Grande e a outra em Itajaí (SC). Juntas, elas deixaram de entregar 1003 produtos ao Governo do Estado. 

 
 

Felpuda


A lista do Tribunal de Contas de MS, com nomes de gestores que tiveram reprovados os balanços financeiros de quando exerceram cargos públicos, está deixando muitos candidatos de cabeça quente.  Conforme previsto pelo Diálogo, adversários estão se utilizando de tais dados para cobrar, principalmente nas redes sociais, deixando alguns gestores na maior saia justa e tendo que se explicar. O eleitor, por enquanto, só observa. E dê-lhe!