Cidades

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Empresárias usam internet para exportar

Empresárias usam internet para exportar

DA REDAÇÃO

01/02/2010 - 06h50
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Mostrar para o mundo as biojoias produzidas em Campo Grande, a partir do reaproveitamento de chifres bovinos, se tornou realidade para um grupo de empresárias associado à Incubadora Tecnológica da Universidade Anhanguera- Uniderp (Interp). O objetivo de Isabel Doering Muxfeldt, Anita Muxfeldt e Verhuska Tameiros é chegar a exportar 30% do que é fabricado na Jóias do Pantanal. A empresa, que saiu da informalidade em 2008, por meio da Interp, hoje também vende seus produtos para outros países. Conforme Isabel Doering Muxfeldt, a meta de 30% é para longo prazo e deve ser atingida utilizando-se da internet. Pelo site do Brasil Web Trad (https://trade. bb.com.br), do Banco do Brasil, fornecedores montam suas lojas online e vendem para compradores de vários partes do mundo. “Conhecemos essa ferramenta durante um treinamento. O sistema é seguro tanto para quem vende como para quem compra e a taxa de câmbio também é diferenciada”, comenta Isabel. Ela lembra que já vendeu as biojoias para Dubai e EUA, mas, recentemente, fez a primeira exportação formal, inclusive com certificado de origem do produto. O comprador foi de uma empresa com sede em Portugal. O segredo para tanto sucesso é resultado do empenho das empresárias para o negócio continuar prosperando. “É uma busca constante de parceiros e novas ferramentas”, afirma Isabel. Os produtos vendidos pela Jóias do Pantanal também podem ser conferidos por meio do site www.joiasdopantanal. com.br O que é a Interp A Incubadora Tecnológica da Anhanguera-Uniderp é um programa de desenvolvimento e extensão da universidade, executado pela coordenação do curso de Ciência da Computação, sob a supervisão da Pró- Reitoria de Extensão. A Interp foi inaugurada em 30 de novembro de 2001 e visa a formar um conjunto harmônico e integrado para o processo de solidificação das empresas incubadas. Entre os seus objetivos estão: criar, desenvolver e consolidar os empreendimentos tecnologicamente inovadores, de forma sistêmica, pontual e precisa, suprindo as carências decorrentes do processo produtivo na concretização do negócio e auxiliando-os de forma a viabilizar sua permanência e crescimento no mercado; consolidar micro e pequenas empresas de base tecnológica, de forma a fortalecer o agronegócio e as indústrias de pequeno porte, contribuindo com o desenvolvimento integrado e sustentável do Estado e da região do Pantanal; ampliar a cultura empreendedora da comunidade acadêmica e local; capacitar o corpo técnico da incubadora e das empresas incubadas, pré-incubadas e associadas estimulando a agregação de conhecimento como diferencial competitivo; integrar os mecanismos de Ciência & Tecnologia (C&T) disponíveis na Universidade para alavancar o desenvolvimento socioeconômico do Estado de Mato Grosso do Sul e da região do Pantanal; além de contribuir para a solidificação do Programa de Incubadoras de Empresas no País.

PRISÃO

Polícia prende filho que matou o pai em Campo Grande

O crime ocorreu no domingo (18), após o o filho do criminoso chutar uma bola na casa do avô e o mesmo não devolvê-la

21/01/2026 17h00

Crime foi cometido na frente de crianças

Crime foi cometido na frente de crianças Foto: Gerson Oliveira / Correio do Estado

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A Polícia Civil prendeu, na tarde desta quarta-feira (21), Adriano do Couto Marques, de 40 anos, acusado de matar o próprio pai, Romário Paes Cardoso, com cinco tiros na cabeça, no bairro Jardim Colúmbia, no último domingo (18), após uma discussão familiar.

Embora pai e filho morassem em imóveis vizinhos, a relação entre eles era conturbada. No domingo, a discussão começou após uma bola, chutada pelo filho do criminoso, cair no terreno do avô, o que desencadeou o desentendimento que culminou no homicídio.

Após o crime, o Adriano fugiu levando a arma de fogo utilizada. Na tarde de ontem (20), ele compareceu à delegacia, porém não foi preso naquele momento, pois a Polícia Civil aguardava a decisão judicial do pedido de prisão preventiva, formulado por Bárbara Alves, delegada responsável pela investigação.

No decorrer das apurações, familiares da vítima passaram a rondar a residência de parentes da esposa do investigado, o que gerou preocupação das autoridades quanto à possibilidade de novos episódios de violência.

O homem foi indiciado por homicídio qualificado pelo motivo fútil e por posse ilegal de arma de fogo de uso permitido.

Crime

Um homem, identificado como Romário Paes Cardoso, foi morto a tiros na cabeça, disparados pelo próprio filho, na tarde deste domingo (18), na Rua Guia Miçu, no Jardim Columbia, em Campo Grande.

De acordo com o delegado de Polícia Civil, Felipe Rossato, informações preliminares, apuradas no local com testemunhas, apontam que a discussão que culminou no assassinato começou por conta de uma bola.

Pai e filho eram vizinhos, e moravam em terrenos e casas separadas, mas uma ao lado da outra.

No fim da manhã, o filho do suspeito, que é neto da vítima, estava brincando de bola no quintal, quando em determinado momento a bola acabou indo parar na casa do avô, que se recusou a devolver.

O pai da criança, filho da vítima, foi então até a casa do pai tirar satisfações, quando se iniciou a discussão.

"Parece que o avô já tinha uma rixa com o filho e parece que eles se negaram a devolver essa bola. Se iniciou uma discussão e, a partir dessa discussão, o autor foi em casa, pegou a arma de fogo e efetuou alguns disparos contra a vítima", disse o delegado.

Ainda conforme o delegado, a perícia irá dizer quantos disparos foram efetuados, mas que teriam sido "vários".

"A informação que eu tenho é que ele deu o primeiro disparo, quando percebeu que não estava morto, estava agonizando, ele deu mais disparos", acrescentou Rossato.

O crime aconteceu na frente de várias crianças e os tiros foram disparados na cabeça da vítima. 

O Corpo de Bombeiros chegou a ser acionado, mas quando chegou ao local o homem já estava morto.

Após o homicídio, o filho fugiu em uma moto e, até a publicação desta reportagem, não foi localizado. Equipes do Grupo de Operações e Investigações (GOI) da Polícia Civil fazem buscas pelo suspeito.

De acordo com o delegado Felipe Rossato, informações preliminares de testemunhas, que ainda serão apuradas, é de que o pai era um homem violento e já teria passagem por homicídio, enquanto o filho também foi apontado como uma pessoa violenta, mas sem registro policial. 

"São informações preliminares, a gente não fez checagem, eu não fiz nenhuma consulta ao sistema e não posso confirmar nenhuma passagem que ele tem", ressaltou Rossato.

O caso será registrado na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac), mas deverá ser redistribuído posteriormente para investigação da delegacia da área.

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Cidades

Famílias têm 30 dias para evitar exumação no Cemitério Santo Amaro

Familiares devem procurar a administração do local para tratar de pessoas enterradas em sepulturas temporárias cujo prazo venceu

21/01/2026 16h44

Crédito: Bruno Henrique / Arquivo / Correio do Estado

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A Prefeitura Municipal de Campo Grande publicou, no Diogrande desta quarta-feira (21), um aviso para que familiares que possuem entes sepultados em jazigos temporários se apresentem no Cemitério Santo Amaro.

A notificação foi feita pela Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (Sisep), que informou que essas sepulturas possuem prazo de concessão de cinco anos.

Como o período venceu, os familiares de pessoas enterradas nos lotes que constam na publicação têm prazo de até 30 dias úteis, contados a partir da data da publicação, para procurar a administração do cemitério.

Cabe aos familiares informar o que desejam que seja feito após a exumação dos restos mortais.

Caso ninguém compareça dentro do prazo, a pasta irá prosseguir com a exumação, e os restos mortais serão encaminhados ao ossuário coletivo, sem necessidade de nova comunicação à família.

Os restos mortais serão devidamente embalados, lacrados e identificados, respeitando a dignidade e a memória dos falecidos.

Na edição do Diogrande desta terça-feira (20), também houve outra lista de convocações relacionadas a pessoas enterradas nos cemitérios Santo Amaro e São Sebastião, popularmente conhecido como Cemitério Cruzeiro.

Nesse caso, a convocação refere-se à regularização cadastral e à correção de irregularidades operacionais identificadas.

A publicação divulgou o nome dos titulares dos terrenos, sendo cerca de 52 convocados a comparecer ao Cemitério Cruzeiro e mais de 100 ao Cemitério Santo Amaro para regularizar pendências.

Para conferir as edições do Diogrande, basta clicar aqui e selecionar a data correspondente para verificar se o ente consta na lista divulgada.

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