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CAMPO GRANDE

Escolas municipais de Campo Grande terão recesso de uma semana das aulas remotas

Objetivo é que profissionais e alunos descansem e "reponham energias"
19/08/2020 11:02 - Glaucea Vaccari


Assim como a rede estadual, escolas municipais de Campo Grande também terão recesso das aulas remotas por uma semana, de 31 de agosto a 7 de setembro.

Conforme a Secretaria Municipal de Ensino (Semed), o objetivo é proporcionar um período de descanso para que os profissionais e alunos reponham as energias.

Isto porque, como as férias de julho, que estavam previstas para 17 a 31 de julho, foram antecipadas para maio, houve acúmulo de três bimestres para as próximas férias, quando normalmente são dois.

Desta forma, houve a intensificação do trabalho do profissional de educação e a preocupação é evitar o mal-estar dos profissionais, com efeitos negativos das condições psicológicas e sociais que tem ocorrrido durante a pandemia, que leva também a queda da qualidade de ensino.

Durante o período de recesso, não haverá nenhum tipo de atendimento nas escolas, presencial ou remoto, nem por aplicativo ou plataforma de comunicação.

As aulas presenciais estão suspensas até o dia 7 de setembro, mas há possibilidade de prorrogação da suspensão. 

 
 

Rede Estadual

Alunos, professores e funcionários das escolas estaduais de Mato Grosso do Sul terão uma “semana do saco cheio” antecipada entre 31 de agosto e 7 de setembro.

A explicação também é devido ao cansaço de profissionais e alunos, segundo a secretária estadual de Educação, Maria Cecília Amêndola da Motta.

“Eu tenho percebido o nosso desgaste, falo nosso porque me coloco na mesma situação de vocês. Desgaste dos professores, diretores, dos administrativos, das famílias, dos estudantes, pais, mães, avós que estão ensinando os filhos e netos. Resolvemos dar uma pausa”, disse a gestora.

Ela disse ainda que irá conversar com os municípios para saber se eles topam acompanhar o Estado na mini-folga.

 

Felpuda


A lista do Tribunal de Contas de MS, com nomes de gestores que tiveram reprovados os balanços financeiros de quando exerceram cargos públicos, está deixando muitos candidatos de cabeça quente.  Conforme previsto pelo Diálogo, adversários estão se utilizando de tais dados para cobrar, principalmente nas redes sociais, deixando alguns gestores na maior saia justa e tendo que se explicar. O eleitor, por enquanto, só observa. E dê-lhe!