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CARNAVAL 2020

Escolas ocupam Passarela do Samba a partir de amanhã na Capital

Ordem do desfile foi definida no ano passado pela liga da escolas
23/02/2020 17:51 - Da Redação


 

As escolas de samba de Campo Grande ocupam a Passarela do Samba a partir de amanhã (24). Três escolas desfilam nesta segunda-feira e outras quatro passam pela passarela, próxima à Praça do Papa, na terça-feira (25).

A Herdeiros do Samba, Associação Recreativa Escola de Samba Mirim, não participa da competição e abre o desfile com o enredo “Animais: escravos? Amigos? Companheiros? Ou explorados o ano inteiro?”. Pela disputa do título, na sequência da primeira noite de desfile, o Grêmio Recreativo Escola de Samba (GRES) Unidos do Aero Rancho é a primeira a desfilar, com o enredo “A semente do bem e do mal, não vem das antenas de TV. A arte da vida humana na comunicação social”.

A Unidos do Cruzeiro é a segunda, com o enredo “Jogar é um desafio, desafios envolvem riscos, riscos envolvem incertezas, incertezas envolvem perdas ou ganhos”. A última a desfilar este ano é a Cinderela Tradição do José Abrão, com o enredo “E você tem medo de quê?”.

Na terça-feira, a Igrejinha fará a abertura, com o enredo “Escute o Trovão, é Xangô chegando”. A segunda a desfilar será a Unidos da Vila Carvalho, atual campeã de 2019. Este ano, o enredo é “Carvalho com consciência negra”. Em seguida desfila a Deixa Falar, atual vice-campeã, com o enredo “Tocando em frente, sou caipira Pirapora”.

O encerramento será por conta de Os Catedráticos do Samba, com o enredo “Um Brasil de três raças, mistério da nossa trindade, de onde no canto do Brasil, nascemos no retumbante som de felicidade, nossa forja, os matizes, nossa trindade sagrada, nosso orgulho, nossa glória, nossa existência”.

A ordem do desfile foi oficializada através de sorteio realizado pela Liga das Entidades Carnavalescas de Campo Grande (Lienca CG), em setembro do ano passado, na quadra d’Os Catedráticos do Samba, no bairro Silvia Regina.

 

Felpuda


É quase certo que a aposentadoria deverá ocorrer de maneira mais rápida do que se pensava em determinado órgão. O que deveria ser a tal ordem natural dos fatos acabou sendo atropelada por acontecimentos considerados danosos para a imagem da instituição. Os dias estão passando, o cerco apertando e já é praticamente unanimidade de que a cadeira terá de ter substituto. Mas, pelo que se ouve, a escolha não deverá ser com flores e bombons de grife.