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CAMPO GRANDE

Escolas particulares poderão reabrir no dia 1º de julho em Campo Grande

Reunião definiu data como referência, mas reabertura dependerá de série de critérios
05/06/2020 16:57 - Glaucea Vaccari


 

Escolas particulares poderão retomar as aulas a partir do 1º de julho, apenas da Educação infantil, segundo informou hoje o prefeito de Campo Grande, Marcos Trad (PSD). Apesar da definição, data é apenas referência e reabertura dependerá do avanço do coronavírus no decorrer deste mês.

Reunião foi realizada nesta quinta-feira (4) entre representantes das escolas, Ministério Público Estadual e Prefeitura, para tratar sobre a reabertura das instituições, que estão sem aulas presenciais desde março.

“Foi-se criado um calendário para o dia 1º de julho, mas não quer dizer que vão ser reabertas as escolas no dia 1º de julho. Criamos a data, agora para a reabertura vai depender de algumas coisas do mês de junho”, explicou o prefeito.

Segundo Trad, para que as aulas retornem no próximo mês, serão necessárias cinco situações: que não haja aumento no número de internações nos leitos de UTI da cidade por pacientes com Covid19; curva baixa de casos da doença; vistoria completa nos planos de biossegurança de casa escola; vistoria completa do Ministério Público, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), prefeitura e Câmara Municipal de  todos os equipamentos de proteção das redes particulares e retorno gradual.

Inicialmente, voltam para as escolas apenas alunos da chamada educação infantil, dos 6 meses até 7 anos. Os demais permanecem no ensino remoto.

“Só temos uma data referência, se vai ser de fato dia 1º de julho, ela [escola] tem que preencher todos esses requisitos anteriores. Vamos aguardar o mês de junho para mais próximo, lá pelo dia 25 de junho, a gente possa dar uma certeza para as escolas em rede particular da nossa cidade”, disse Marcos Trad.

As escolas particulares de Campo Grande estão fechadas desde o dia 24 de março, data estabelecida pelo Governo do Estado em decreto que determinou a paralisação das aulas presenciais em toda a Rede Estadual de Ensino (REE) e também nas particulares de Mato Grosso do Sul.

 

Felpuda


Questão de família acabou descambando para o lado da política, e a confusão já é do conhecimento público. 

A queda de braço tem como foco a troca de apoio político que, de um, foi para outro. Sem contar as ameaças de denúncia da figura central do imbróglio. 

A continuar assim, há quem diga que nenhum dos dois candidatos a vereador envolvidos na história conseguirá ser eleito. Barraco é pouco!