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SUSPENSÃO

Confira a situação das aulas em escolas e universidades públicas e privadas de MS

Coronavírus levou a suspensão das aulas presenciais
03/04/2020 17:01 - Fábio Oruê


 

Por conta do avanço do novo coronavírus em Mato Grosso do Sul - casos aumentando e primeira morte confirmada -, instituições de ensino públicas e privadas precisaram se adaptar para respeitar a principal recomendação do Ministério da Saúde para o combate a disseminação do vírus: o isolamento social. 

Escolas e universidades precisaram suspender emergencialmente as aulas presenciais para evitar as aglomerações em salas de aulas e corredores há cerca de 20 dias. Confira abaixo como está a atual situação dessas instituições em Mato Grosso do Sul. 

ESCOLAS

Nesta semana, o governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB) decretou o aumento do período de suspensão das aulas nas unidades estaduais para 3 de maio. Anteriormente, os 210 mil alunos matriculados voltaram após o dia 6 de abril. 

Com o anúncio feito pelo governo do Estado, o prefeito de Campo Grande, Marcos Trad (PSD), também adiou a volta às aulas, que também retornariam no próximo dia 6, mas só voltam no dia 6 de maio. Nos demais municípios de Mato Grosso do Sul, valem os decretos de seus prefeitos quanto as escolas municipais. Em Aquidauana, por exemplo, o decreto do prefeito Odilon Ribeiro (PSDB), é de suspensão por tempo indeterminado. 

Já para as escolas particulares, a recomendação do Sindicato das Instituições Particulares (Sinep) é que sigam os decretos do Governo do Estado. “Nós não temos como determinar nada, mas recomendamos que sigam  [o decreto]. Nós até já tínhamos avisado as escolas de uma possível prorrogação da suspensão”, disse a presidente do sindicato, Maria da Glória Paim Barcellos, ao Correio do Estado

O colégio Bionatus, em Campo Grande, decidiu prorrogar a suspensão das aulas presenciais até o dia 3 de maio. Já o Elite Mace não tem data para voltar, mas as aulas estão acontecendo de forma remota em um ambiente virtual, segundo informou a sua assessoria. 

O Correio do Estado entrou em contato com representantes do Colégio Dom Bosco e Nota 10, mas até o fechamento desta reportagem não obteve resposta. 

INSTITUTOS E UNIVERSIDADES 

No Instituto Federal de Mato Grosso do Sul, que a princípio voltaria com as aulas normalmente no dia 1º de abril, prorrogou a suspensão das presenciais até o dia 2 de maio. Neste período, os alunos terão aulas virtualmente em casa. 

A primeira universidade a suspender as aulas, a Universidade Católica Dom Bosco (UCDB) também prorrogou o período de suspensão, que tinha volta programada para o dia 1ª, mas deve retornar no dia 19 de abril. Desde o dia 16 de março, seus acadêmicos desenvolvem suas atividades em um ambiente virtual. 

A Uniderp e a Anhanguera informaram que as aulas presenciais têm retorno previsto em 13 de abril e que durante esse período, todos os conteúdos serão disponibilizados por meio do seu ambiente virtual de aprendizagem. 

Na Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) e na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), as aulas presenciais estão suspensas até o dia 17 de abril. Na UEMS aulas sendo feitas remotamente e a UFMS está usando o método de estudo dirigido como forma de ensino durante a pandemia. 

Já a Unigran informou que não há previsão para o retorno das aulas presenciais e que está seguindo as recomendações do Ministério da Educação. Os alunos matriculados estão estudando em um ambiente virtual. 

Não há informações sobre o retorno das aulas presenciais na Estácio de Sá, mas as aulas estão acontecendo online desde o dia 23 de março. A reportagem tentou, mas não conseguiu contato com a Faculdade Campo Grande (FCG)/ Faculdade Mato Grosso do Sul (Facsul) e segundo publicação nas redes sociais da instituição, mas atividades presenciais estavam suspensas até o dia 29 de março. 

 

Felpuda


Devidamente identificadas as figurinhas que agiram “na sombra” em clara tentativa de prejudicar cabeça coroada. Neste segundo semestre, os primeiros sinais começarão a ser notados como reação e “troco” de quem foi atingido. Nos bastidores, o que se ouve é que haverá choro e ranger de dentes e que quem pretendia avançar encontrará tantos, mas tantos empecilhos, que recuar será sua única opção na jornada política. Como diz o dito popular: “Quem muito quer...”.