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BIOSSEGURANÇA

Com dificuldade em reabrir, escolas particulares cogitam funcionar como “reforço escolar”

Data prévia para volta reabertura é no dia 27 de julho, mas tudo dependerá do avanço da Covid-19 em MS
01/07/2020 15:07 - Fábio Oruê


Há meses se discute a reabertura das escolas particulares em Campo Grande, que estão fechadas desde a chegada do coronavírus em Mato Grosso do Sul. Com dificuldade em reabrir, a associação das escolas particulares apresentou um plano de reabertura em que as unidades funcionarão como um reforço escolar, segundo informou o prefeito Marcos Trad (PSD). 

“Do mesmo modo que os buffets se transformaram, mudando CNPJ na junta comercial para restaurante, é possível sim que as escolas optem [por funcionar como um reforço]”, disse Trad, explicando que instituições podem se adaptar nesse momento de pandemia. 

A reabertura é uma demanda tanto dos pais de alunos - que precisaram voltar ao trabalho e não tem onde deixar os filhos -, quanto das unidades - que estão funcionando com ensino remoto. 

Prefeito exemplificou que as escolas podem funcionar com aulas de 1h ou 2h por turno com lotação máxima de sete alunos. Nós temos visto auto escolas funcionando com aulas, com poucos alunos, nós temos visto Kumon liberado, nós temos visto aulas particulares liberadas, nós temos visto uma série de outras atividades de cursos e palestras podendo funcionar, então nós estamos estudando o pedido feito pela associação das escolas particulares”, pontuou ele. 

Na última reunião entre o Executivo Municipal, Ministério Público de Mato Grosso do Sul (promotorias de Educação e Saúde) e representantes das escolas particulares, uma data prévia para a volta foi marcada: 27 de julho

Porém, uma nova reunião será feita no próximo dia 14 para observar a situação da Covid-19 em Campo Grande e no interior e decidir sobre a volta. Só serão reabertas as escolas particulares se a taxa de leitos for inferior a 50% e não houver aumento na média de notificações do coronavírus. 

 
 

Felpuda


Lideranças de alguns partidos estão fazendo esforço da-que-les para fechar chapa com o número exigido por lei de 30% do total de vagas para as mulheres. Uma dessas legendas, por exemplo, tenta mostrar a “felicidade” das suas pré-candidatas, mas teme o fracasso, tendo em vista que o “chefe maior” é aquele que já mandou mulheres calarem a boca e disse também que a importância da sua então esposa na campanha eleitoral era porque apenas “dormia com ele”. Ô louco!