Especial Coronavírus (COVID-19) - Leia notícias e saiba tudo sobre o assunto. Clique aqui.

PANDEMIA

Estudo sobre ação da cloroquina contra coronavírus 'é muito frágil', diz Mandetta

Ministério da Saúde vai oferecer aos médicos do País a possibilidade de utilizarem a cloroquina como opção de tratamento
03/04/2020 20:00 - Estadão Conteúdo


 

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, resolveu baixar um pouco a expectativa criada em torno da cloroquina, medicação de tratamento de malária que tem sido testada em casos graves de pacientes com covid-19.

Um dia atrás, Mandetta disse que os primeiros testes científicos com uso de cloroquina começam a mostrar resultados positivos e que a "ciência começa a achar o caminho" no combate à doença. Nesta sexta-feira, 03, porém, Mandetta disse que, após uma reunião com médicos especialistas que analisaram um primeiro trabalho científico publicado pelo New England Journal of Medicine, dos Estados Unidos, concluiu que o resultado não é tão promissor.

"O 'paper' é muito frágil no caso de cloroquina", disse Mandetta, ao se referir ao trabalho científico.

A cloroquina tem sido defendida pelo presidente Jair Bolsonaro como um remédio eficiente para combater a doença. Nesta semana, sem a presença de Mandetta, Bolsonaro se reuniu com um grupo de médicos para sobre o assunto.

Hoje, Mandetta não mencionou a reunião, mas deu seu recado a Bolsonaro e àqueles que estiveram com o presidente. "Estou trabalhando com pouca gente, mas normalmente os 'cabeças brancas' aqueles que têm mais tempo e vivência, não só de sistema, mas de medicina, onde a gente está discutindo algumas possibilidades em tempos de tantas incertezas."

Independentemente disso, Mandetta disse que o Ministério da Saúde vai oferecer aos médicos do País a possibilidade de utilizarem a cloroquina como opção de tratamento não apenas para os casos críticos de pacientes, como tem ocorrido até agora, mas também para aqueles que estão em situação grave.

Felpuda


Alguns pré-candidatos que estão de olho em uma cadeira de vereador vêm apostando apenas nas redes sociais, esperançosos na conquistados votos suficientes para se elegerem. A maioria pede apoio financeiro para continuar mantendo suas respectivas páginas, frisando que não aceita dinheiro público ou de político, fazendo com que alguns se lembrem daquela famosa marchinha de carnaval: “Ei, você aí, me dá um dinheiro aí, me dá um dinheiro aí...”. Como diria vovó: “Essa gente perdeu o rumo e o prumo”.