Cidades

Três Lagoas

Evento de motos frustra rede hoteleira pelo baixo movimento

Expectativa de empresários da cidade era de maior movimento durante o Motoshow

GISELE MENDES, DE TRÊS LAGOAS

15/08/2015 - 09h44
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Diferentemente do ano passado, quando os hotéis ficavam lotados por conta do Motoshow em Três Lagoas, neste ano o movimento é tímido na rede hoteleira e ainda há vagas disponíveis. A baixa procura está associada à crise que o país atravessa e também às operações realizadas pela PRF (Polícia Rodoviária Federal) que estaria “espantando”os motociclistas que temem passar pelas blitze.

Dos cinco hotéis pesquisados pela reportagem, todos estão com vagas, alguns, inclusive, conseguiram ocupar apenas 30% delas com clientes que vieram para o evento.

De acordo com Leonardo Konno, proprietário do Druds Hotel, um dos seus estabelecimentos está com 80% das vagas preenchidas e o outro com 50%. Neste ano, ele sentiu a queda significativa pela procura e destacou que esperava lucrar um pouco mais com o evento.

“Acredito que essa crise atrapalhou a procura, mas também as operações da PRF. No ano passado, muitos motoqueiros disseram que não voltariam, pois julgaram as operações da PRF como radicais de mais”, explicou.

A encarregada de recepção, Tatiane Tiemy Pereira, que trabalha para o proprietário do Hotel Vila Romana e Mediterrâneo, localizados na avenida Ranulpho Marques Leal, disse que um hotel tem apenas 30% dos apartamentos ocupados e o outro 50%.

Segundo Tatiane, no ano passado os motociclistas se revoltaram com as operações da PRF, já que centenas de motos com documentos irregulares foram apreendidas e muitos motociclistas levaram multas por pilotarem sob efeito de álcool ou por cometer outros tipos de infração.

Ela destacou também que em fevereiro do ano passado já não tinha mais vagas nos hotéis por conta do Motoshow, porém, neste ano, muitos cancelaram as reservas por falta de pagamento e no dia do evento ainda existem várias vagas disponíveis. “Infelizmente, a nossa expectativa de lucro para este ano é bem menor do que em 2014”, disse.

Mercado online

Polícia acaba com esquema que desviava mercadorias compradas on-line

O esquema contava com participação de funcionários que desviavam compras feitas online; apenas uma funcionária furtou um total de R$ 10 mil no último mês

15/07/2024 17h20

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Funcionários de uma transportadora de entrega de produtos adquiridos pela internet, foram presos pelo desvio de mercadorias. Somente em junho "a mão leve" levou o equivalente a R$ 10 mil. 

A atividade do grupo foi encerrada na manhã desta segunda-feira (15), quando agentes da 2º Delegacia de Polícia prendeu o grupo de funcionários que agiam tanto em Campo Grande quanto no interior do Estado.

O levantamento das investigações indicou que os funcionários usavam o sistema da transportadora e davam baixa (marcando como se a mercadoria fosse entregue) nos produtos que terminavam desviando. O grupo tinha preferência pelas seguintes mercadorias:

  • Joias
  • Celulares
  • Roupas
  • Perfumaria
  • Itens alimentícios, entre outros.

Além disso, o foco dos criminosos estavam em produtos destinados a outros estados e por alguma inconsistência do sistema terminavam no depósito da empresa na Capital. Como ficavam meses sem destino o grupo acabava ludibriando o sistema e ficando com a encomenda. 

Conforme divulgado pela Policia Civil, uma das funcionárias que participava do esquema confessou que desviou aparelhos celulares e joias revendidas de joalherias de marcas conhecidas que por fim terminaram sendo derretidas.

Apenas essa funcionária desviou um total de R$ 10 mil reais em furtos referentes ao mês de junho. No sistema ela ainda repassava os valores das notas fiscais por metade do preço. 

Os agentes seguem com a investigação para recuperar os objetos furtados. Como não houve flagrante da ação criminosa alguns dos envolvidos seguem soltos para responder ao processo em liberdade.

Com relação a transportadora os suspeitos tiveram o  contrato de trabalho rescindido.

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Estelionato

Mulher alega dívida em jogo do Tigrinho, pede cartão a idoso e saca R$ 100 mil

Ao relatar aos policiais, o idoso disse que a mulher pediu ajuda porque precisava sacar dinheiro do jogo, afirmando que estava sem o aplicativo do banco

15/07/2024 17h00

Imagem ilustração

Imagem ilustração Reprodução/

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Um idoso de 66 anos procurou a polícia nesta segunda-feira (15) após ser vítima de estelionato em Campo Grande. De acordo com a polícia, a vítima estaria devendo quase R$ 100 mil em empréstimos bancários feitos por outra pessoa, que foram utilizados para jogos de cassino online sem sua permissão.

Conforme informações do boletim de ocorrência, o idoso relatou que a vizinha de 27 anos pediu o cartão emprestado, alegando estar com problemas no aplicativo bancário e precisando sacar dinheiro que havia ganhado no jogo do Tigrinho, conhecido popularmente como jogo de cassino online. 

Como a jovem morava no local há três anos, o idoso disse à polícia que confiou nela e resolveu emprestar seu cartão bancário. Em depoimento, o idoso afirmou que descobriu o estelionato depois que sua filha verificou o extrato bancário e encontrou um saque de R$ 7 mil.

Em depoimento à polícia, a filha do idoso disse que foi até a residência da mulher para tirar satisfações sobre o saque, mas foi surpreendida ao descobrir que a suspeita não estava mais morando no local.

Preocupados com o alto valor sacado, o idoso e sua filha foram até a Polícia Civil registrar a ocorrência por estelionato contra idoso. De acordo com a polícia, há câmeras de segurança em locais onde a mulher teria sacado o dinheiro, o que pode ajudar na identificação da suspeita.

 

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