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TÁBUAS DE MORTALIDADE

Expectativa de vida dos sul-mato-grossenses aumenta para 73,6 anos

Mulheres vivem, em média, sete anos a mais que os homens no Estado
26/11/2020 12:03 - Glaucea Vaccari


Expectativa de vida de uma pessoa que nasceu em Mato Grosso do Sul é de 76,3 anos, segundo pesquisa Tábuas de Mortalidade, divulgada nesta quinta-feira (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com dados de 2019.

No comparativo com o ano anterior, houve aumento de dois meses na expectativa de vida do sul-mato-grossense, que era de 76,1 anos em 2018.

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A pesquisa, que apresenta os nívies e padrões de mortalidade da população brasileira, é usada como um dos parâmetros para determinar o chamado fator previdenciário, para o cálculo dos valores relativos às aposentadorias do Regime Geral de Previdência Social.

Conforme a tábua, entre as unidades da federação, Mato Grosso do Sul é o décimo estado com a maior esperança de vida, sendo a maior em Santa Catarina (79,9 anos).

O Estado está pouco abaixo da média nacional, que é de 76,6 anos.

Ainda segundo a pesquisa, mulheres vivem, em média, 7 anos a mais do que homens no Estado, com esperança de vida até os 79,9 anos, enquanto para pessoas do sexo masculino a expectativa é de vida até os 72,9 anos.

Em 2018, o levantamento apontou que homens viviam, em média, até os 72,6 anos e as mulheres 79,7, o que indica que de um ano para outro, homens tiveram aumento de 3 meses na expectativa de vida, enquanto para o sexo feminino o aumento foi de 2 meses.

Conforme o IBGE, maiores diferenciais de mortalidade por sexo refletem os altos níveis de jovens e adultos por causas violentas, que é maior na população masculina e incide diretamente sobre o indicador.

A probabilidade de um recém-nascido não completar o primeiro ano de vida, também conhecida como a taxa de mortalidade infantil, é de 12,9 óbitos para cada 1 mil nascidos. 

A taxa teve queda de 2,3% em relação ao ano anterior, quando a cada mil habitantes, 13,2 não chegavam a completar 1 ano.

Neste indicador, o Estado também ocupa a décima posição com a menor mortalidade infantil, mas acima da média nacional, que é de 11,9 mortes para cada 1 mil nascidos vivos.

Considerando a expectativa dos idosos, a cada mil pessoas que completam 60 anos, 599 vivem até atingir os 80 anos.