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DRAMA

Família busca professora desaparecida há cinco dias

Último contato dela com a família ocorreu no sábado (01)
05/02/2020 00:01 - EDUARDO MIRANDA


 

A família da professora Marilza Dias dos Santos, 47 anos, está a procura dela desde a tarde do último sábado, dia 1º de fevereiro. Ela mora em Dourados, mas a última notícia que a família tem dela é de um saque realizado na agência do Banco do Brasil, da Avenida Afonso Pena, em Campo Grande, na segunda-feira (3).

Na ocasião ela trajava calça jeans, uma camisa vermelha, usava uma bolsa pequena e seu óculos de grau. A roupa é a mesma que usava quando deixou sua casa em Dourados, no sábado. Marilza tem 47 anos, 1,60 m de altura e cabelo castanho escuro, curto.

A família já esteve em contato com a polícia, mas ainda não obteve informações de seu paradeiro. Gustavo Henrique dos Santos Neves, filho de Marilza, disse que a mãe trabalha normalmente, e que ela nunca havia informado a família sobre qualquer diagnóstico de doenças psiquiátricas.

Gustavo acredita, porém, que ela tenha feito uso de medicamentos para ansiedade e depressão antes do desaparecimento, a julgar pelas embalagens de remédios encontradas. A cada dia que passa o drama da família só aumenta. “Por isso pedimos que nos repassem notícias dela”, disse Gustavo.

O caso foi informado à Polícia Civil. Porém, devido às características do desaparecimento, a investigação do paradeiro de Marilza não é prioridade para os policiais. O telefone de Gustavo, para quem tiver informações da mãe dele é 67 98194-9242.

Felpuda


Nos bastidores, há quem garanta que a única salvação, de quem está com a corda no pescoço, é ele aceitar ser candidato a vice-prefeito em chapa de novato no partido. Vale dizer que isso nunca teria passado por sua cabeça, uma vez que foi eleito com, digamos, “caminhão de votos”. Se aceitar a imposição, pisaria na tábua de salvação; se recusar, poderá perder o mandato. Ah, o poder!