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Família é encontrada morta em apartamento em Santo André

Família é encontrada morta em apartamento em Santo André

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Quatro pessoas da mesma família foram encontradas mortas na manhã deste domingo, 14, em um apartamento em Santo André, na região metropolitana de São Paulo.

Segundo informações da Polícia Militar, a corporação foi acionada às 12h02 para uma ocorrência de morte suspeita na Rua Haddock Lobo, na Vila Bastos.

Ao chegar ao local, os policiais encontraram os corpos de um casal, de uma criança de quatro anos e de uma adolescente de 14 anos, filhas dos adultos. Nenhum deles tinha sinal de violência

Por causa disso, uma das hipóteses investigadas pela Polícia Civil é de que as vítimas tenham morrido intoxicadas por monóxido de carbono após um vazamento no sistema de gás do chuveiro.

O caso foi encaminhado para o 1º DP de Santo André, onde será investigado. Em entrevista a jornalistas, o delegado responsável pelo caso, Roberto Von Haydin, afirmou que o sistema de gás não tinha chaminé e que o apartamento estava todo fechado.

Ele disse ainda que a família havia voltado de uma viagem a Disney na sexta-feira e que nem havia desfeito as malas. Pelo estado dos corpos, Von Haydin disse acreditar que as mortes tenham ocorrido de sexta para sábado.

Os corpos foram encontrados pela irmã de uma das vítimas, que morava no mesmo prédio e estranhou a falta de notícias dos parentes. A mulher estava no box do chuveiro, a criança deitada no colo do pai no sofá e a adolescente deitada em uma beliche.

Outro caso

Na última terça, 9, um casal e uma criança de dois anos foram encontrados mortos em uma casa em Guarulhos, também na Grande São Paulo, ao lado de uma churrasqueira.

A polícia acredita que o casal tenha usado a churrasqueira para aquecer o local, mas tenha faltado oxigênio e eles, então, morreram asfixiados após inalarem fumaça.

Três Lagoas

Idoso morre em acidente com condutor na contramão e desabilitado

Colisão ocorreu no cruzamento das ruas Orestes Prata Tibery e Visconde de Tamandaré

17/01/2026 15h45

Foto: Divulgação / Rádio Caçula

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Um motociclista de 61 anos morreu na manhã desta sexta-feira (16) após não resistir aos ferimentos causados por um grave acidente de trânsito ocorrido na tarde de quinta-feira (15), em Três Lagoas, interior do Estado. A colisão envolveu um carro que trafegava pela contramão e era conduzido por um motorista sem Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

A vítima foi identificada como José Cordeiro da Silva Filho. Ele pilotava uma motocicleta quando foi atingido por um Fiat Palio no cruzamento das ruas Orestes Prata Tibery e Visconde de Tamandaré, no bairro Colinos. De acordo com as informações da Rádio Caçula, apuradas no local, o automóvel seguia pela contramão no momento da batida.

Com a força do impacto, José e a passageira da motocicleta foram arremessados ao chão. Ambos ficaram feridos e receberam atendimento de equipes do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), sendo encaminhados ao Hospital Auxiliadora. O motociclista deu entrada consciente, mas apresentou piora no quadro clínico ao longo do dia e acabou morrendo na manhã seguinte.

A passageira da moto também sofreu ferimentos, mas não há, até o momento, atualização oficial sobre o estado de saúde dela.

O motorista do Fiat Palio permaneceu no local após o acidente e foi encaminhado à delegacia para prestar esclarecimentos. Além de não possuir CNH, o veículo estava com o licenciamento vencido, o que configura infrações administrativas e pode agravar a responsabilização do condutor.

A ocorrência foi atendida pela Polícia Militar e pelo Deptran, que realizaram a sinalização da via. O caso foi registrado na Polícia Civil, que investiga as circunstâncias do acidente e apura as responsabilidades criminais e administrativas do motorista.

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QUEDA

Dengue segue tendência de queda e registra somente dois casos confirmados no ano

Outros 132 casos estão sob investigações, segundo boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES)

17/01/2026 14h00

Mosquito da dengue

Mosquito da dengue Reprodução, Fiocruz

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Seguindo a tendência de queda apresentada a partir de 2023, Mato Grosso do Sul registrou somente dois casos confirmados e 132 em investigação de dengue no primeiro boletim epidemiológico do ano.

Conforme o documento disponibilizado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES), ambos os casos diagnosticados ocorreram no interior, mais especificamente nos municípios de Chapadão do Sul e Cassilândia.

Enquanto isso, os casos prováveis se concentraram na região central do Estado, principalmente em Sidrolândia (22) e Maracaju (15). Até o momento, Campo Grande está com um caso em investigação.

A cidade com maior taxa de incidência é Sete Quedas, com 81,9, que mesmo com uma pequena população de 10.994 habitantes, registrou nove casos prováveis.

Na distribuição por sexo, os casos prováveis seguem atingindo mais a população feminina, com 53% do total. Já por faixa etária, os adultos de 20 a 29 anos foram os mais afetados, com 29,85% dos casos, seguido pela idade dos 30 a 39 anos (17,16%).

Anos anteriores

Mato Grosso do Sul encerrou o ano de 2025 com 8.461 casos confirmados e 20 mortes por dengue. Boletim epidemiológico foi divulgado nesta segunda-feira (5) pela Secretaria Municipal de Saúde (SES).

Os dados representam uma queda de 47,86% em relação ao número de casos do ano anterior, quando foram confirmados 16.229. As mortes também tiveram queda, passando de 32 em 2024 para 20 no ano passado.

Com relação aos óbitos, oito vítimas eram mulheres e 12 homens, com idades entre 12 e 88 anos. As mortes ocorreram nos municípios de Antônio João, Aparecida do Taboado, Iguatemi, Inocência, Três Lagoas, Nova Andradina, Aquidauana, Dourados, Ponta Porã, Coxim, Paranhos, Itaquiraí, Água Clara, Miranda, Ribas do Rio Pardo e Campo Grande.

Entre as vítimas, nove delas possuíam algum tipo de comorbidade.

Em comparação com anos anteriores, a dengue está seguindo uma tendência de queda, tanto no número de casos quanto nas mortes. Confira:

Mosquito da dengueFonte: SES

Vacinação

Ainda conforme o boletim, 201.633 doses da vacina contra a dengue foram aplicadas na população alvo até o fim do ano.

Ao todo, Mato Grosso do Sul já recebeu do Ministério da Saúde 241.030 doses do imunizante. O esquema vacinal é composto por duas doses com intervalo de três meses entre as doses.

A vacinação contra a dengue é recomendada para crianças e adolescentes entre 10 e 14 anos, 11 meses e 29 dias de idade, faixa etária que concentra o maior número de hospitalização por dengue, dentro do quadro de crianças e adolescentes de 6 a 16 anos de idade.

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