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AFONSO PENA

Figueira com quase 100 anos morre e prefeitura vai analisar possível retirada

Prefeitura vai fazer "autópsia" em árvore quase centenária
14/01/2020 17:19 - FÁBIO ORUÊ


 

Uma das figueiras plantadas há quase 100 anos na Avenida Afonso Pena, em Campo Grande, morreu neste mês e cabe a Prefeitura do município, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano (Semadur), decidir sobre o destino dela. O que sobrou da árvore, destoa das outras figueiras ainda vivas, plantadas entre 1921 e 1924.

Antes de retirar a carcaça da árvore, a prefeitura de Campo Grande examinará o material orgânico, para descobrir o que levou ela a morrer. Ela era uma das 24 figueiras da Afonso Pena - entre a Rua José Antônio e a Avenida Calógeras. Existem outras 19 na Avenida Mato Grosso, entre a Rua Pedro Celestino e Calógeras. Com a morte desta Figueira, agora são 42 árvores com quase 100 anos de existência. 

Elas passaram por ações de manejo em outubro do ano passado, como ocorre todos os anos. As figueiras das duas vias da Capital passam por análise e tratamento que envolvem podas, remoção de galhos e controle de pragas. Como parte do tratamento, as árvores receberem doses do Óleo de Neem, um inseticida e antifúngico orgânico utilizado no combate a pragas e fungos patogênicos, que foram administradas em duas etapas com intervalos de 15 dias.

Na época, o secretário municipal do Meio Ambiente e Gestão Urbana, Luís Eduardo Costa, disse que ações como essa proporcionam qualidade às árvores e reforçam a importância das mesmas. “Essas árvores são especiais, sabemos da relevância histórica e o carinho que os campo-grandenses têm com elas. Hoje ninguém imagina a Afonso Pena e Mato Grosso sem as Figueiras e demais espécies que ali estão. E para que elas permaneçam preservadas o nosso trabalho de preservação é contínuo”, afirmou.

 

Felpuda


Sem conseguir controlar a verborragia, figurinha estreante no mundo político-partidário, e que se acha “o último biscoito do pacote”, acabou batendo de frente com titãs da política. Primeiro perdeu os anéis e, agora, os dedos correm sérios riscos. Anda “ameaçando” deixar o lugar onde se encontra, só que por lá vem ouvindo frases como “se é por falta de adeus...”, “os incomodados que se mudem” e “não fará nenhuma falta”.

Como se vê...