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LUZ

Mesmo com filas 'longas', vacinação é tida como esperança para novos imunizados

Poderão se vacinar pessoas com comorbidades, trabalhadores da saúde, educação e profissionais de assistência
02/05/2021 15:42 - Flávio Veras


A fila de carros para vacinação contra a Covid-19 neste domingo (2), em Campo Grande, continua longa, principalmente em postos de vacinação que contam com o sistema drive-thru.

Poderão se vacinar pessoas com comorbidades a partir dos 50 anos ou mais, trabalhadores da saúde com 25 anos ou mais, trabalhadores da educação e profissionais de assistência social com 45 anos ou mais.

Essa espera pode ser constatada pelo Correio do Estado, há pouco, no  Parque Ayrton Senna. A fila está dando volta no parque, porém, os imunizados disseram que a espera não está demorada.  

A empresária, Jovelice Gutierrez Sacha, 54 anos, afirmou que teve muitas perdas financeiras, desde o início da pandemia no ano passado. Ela acredita que agora, ampliando a vacinação, a esperança é a de que a Capital  volte a ter um mínimo de normalidade.  

“Estamos aqui há 15 minutos e logo serei imunizada. Essa oportunidade me de muita alegria já que a vacina é a nossa única esperança para combater esse vírus tão terrível", afirmou a empresária.

O instrumentador cirúrgico Renan Araújo da Silva, de 26 anos, afirmou que é um alívio, por trabalhar na linha de frente, pode se imunizar. Ele ainda afirmou que perdeu amigos e o fato de ser vacinado, é visto com alegria por ele e seus familiares.  

‘Nós, que estamos na linha de frente, temos o objetivo de estar imunizados para poder cuidar das outras pessoas. Logo, todo os meu colegas da saúde estarão imunizados e acredito que toda a cidade, para nos livrarmos desse vírus tão perigoso”, disse.

Já a administradora de empresa, Eliane de Araújo Felipes Mezar, revelou ter comorbidade e, por esse motivo, foi contemplada com a ampliação dos grupos que podem ser imunizados.  

Para ela, o ato da vacinação em si, não é apenas para se proteger, mas sim preservar a vida dos outros que convivem com ela.  

“Eu acredito que, ampliando essa vacinação, poderemos começar a ter uma abertura maior, claro, tomando todos os cuidados necessários. Com os idosos foi assim, desde que foram vacinados houve pouco registro de mortes deles. Portanto, acredito que essa queda também irá aconteceu no meu grupo”,  disse.