Cidades

Curta metragem

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Filme sobre naturalista alemão é exibido na Capital

Filme sobre naturalista alemão é exibido na Capital

laís camargo

11/06/2011 - 07h40
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O premiado curta metragem sobre a história do naturalista alemão Fritz Müller será exibido terça-feira (14) às 20h30min no Museu das Culturas Dom Bosco. São 22 minutos sobre a vida de Fritz Müller, apelidado de “Príncipe dos Observadores” pelo evolucionista Charles Darwin.

Müller publicou “Für Darwin”, um livro com argumentos que colaboraram para a Teoria Evolucionista, a partir de um estudo empírico sobre os crustáceos da Ilha de Santa Catarina.

O curta é dirigido por José Alfredo Abraão, que também assina o roteiro; uma ficção que mergulhou na essência verídica e se apoiou na linguagem cinematográfica para construir uma nova história desse cientista apaixonado pelo Brasil.

Após a exibição de Fritz os participantes poderão conversar com o José Alfredo sobre a produção do filme e, em seguida, serão convidados a fazerem uma visita guiada pelo Museu, para conhecerem a exposição temporária “De Rerum Natura”, Sobre a Natureza das Coisas, que esboça uma das grandes questões científicas da humanidade já abordada pelos mais ilustres pensadores.

Prêmio

Fritz recebeu o troféu Arara de Ouro no II Tour Film Brazil, festival internacional de filmes sobre turismo, onde participaram mais de 490 trabalhos de 50 países. O curta também foi selecionado para o FAM2011 (Florianópolis Audiovisual Mercosul) e será exibido na Cinemateca Brasileira em São Paulo, dia 24 de junho.

José Alfredo Abrão é diretor e roteirista. Nascido em São Paulo, foi criado em Campo Grande, Mato Groso do Sul, onde ainda vive grande parte da sua família. Atuou por vários anos com teleducação, nas fundações Roberto Marinho e Padre Anchieta. Em 2010 trabalhou na produção do documentário Avá Marandú.

Serviço - Exibição gratuita de 'Fritz' na terça-feira (14) às 20h30min no Museu das Culturas Dom Bosco – Altos da Av. Afonso Pena/Parque das Nações Indígenas

JUSTIÇA

Moradores movem ações judiciais contra mau cheiro causado pelo frigorífico JBS, em Campo Grande

Petições, 25 numa semana, cobram da empresa até R$ 75 mil de indenização por danos morais e ambientais

04/03/2024 17h20

Queixas contra empresa cresceram desde janeiro passado Gerson Oliveira

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Ao menos 25 ações judiciais foram movidas da semana passada para cá contra o frigorífico JBS, situado na região da Vila Nova Campo Grande. Moradores denunciam o mau cheiro produzido pela empresa e, agora, pedem indenização por danos morais e ambientais, perdas e danos. Nas petições, os moradores aos arredores da empresa cobram até R$ 75 mil pela reparação.

Queixas contra o frigorífico ocorrem há tempos, pelo mesmo motivo, contudo, os casos aumentaram desde o início deste ano.

Numa das ações, defendidas pelo escritório de advocacia Silva & Biava, é dito que:

“… a empresa opera atividade potencialmente poluidora que gera incômodo e aflição nos moradores da região, produzindo fumaça (poluição atmosférica) e exalando odores (cheiros) potencialmente danosos aos moradores da região do Bairro Nova Campo Grande, o que acarreta no recolhimento dos moradores ao interior de suas residências, fechando portas e janelas, não podendo sequer receber visitas e/ou utilizar o bem imóvel para o seu lazer, pois o cheiro e a fumaça lançados na atmosfera são insuportáveis, e pior, causadores de diversos sintomas”.

Outra questão citada nos recursos judiciais sustenta que o mau cheiro, além de incomodar os moradores tem provocado desvalorização dos dos imóveis da região.

Noutro trecho da petição, é citado que: “em atenção ao que determina o artigo 334, § 4º, I, do Código de Processo Civil, manifesta-se desde já sobre o desinteresse na realização de audiência de conciliação, eis que a prática na lide envolvendo a Requerida demonstra que esta não apresenta quaisquer propostas em audiências conciliatórias, restando sempre infrutíferas. Isto porque, antes da devida instrução processual, a Requerida não exterioriza interesse no encerramento da demanda através de acordo, motivo pelo qual requer desde já a dispensa do ato”.

A reportagem pediu um manifesto da JBS, contudo, até o fechamento deste material, a empresa não tinha respondido. Assim que isso acontecer, o texto será atualizado.

 

 

 

Cidades

Vinte dias após fuga em Mossoró, dois detentos fogem da Máxima em Campo Grande

Dupla "pulou" o muro durante a madrugada; outros dois também tentaram fugir, mas foram capturados

04/03/2024 13h45

Gerson Oliveira/Correio do Estado

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Por volta das 3h40 da madrugada desta segunda-feira (4), dois detentos do Estabelecimento Penal Jair Ferreira de Carvalho, a Máxima de Campo Grande, fugiram da unidade pulando o muro, utilizando uma "teresa", corda formada por lençóis torcidos, entrelaçados por nós resistentes.

Eles foram identificados como Douglas Luan Souza Anastácio, de 33 anos, e Naudinei de Arruda Martins, de 32 anos, e cumpriam pena por tráfico de drogas e roubo majorado, respectivamente.

Em nota, a Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen) informou que, além deles, outros dois detentos tentaram fugir, mas foram capturados. Eles foram isolados em cela disciplinar e responderão Procedimento Administrativo Disciplinar.

As circunstâncias da fuga ainda estão sendo apuradas pela Agepen, e forças de segurança já estão empenhadas para ajudar nas buscas e na recaptura dos fugitivos.

Há 20 dias, dois detentos fugiam em Mossoró

Na manhã do dia 14 de fevereiro, uma quarta-feira, dois detentos fugiram da Penitenciária Federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte, identificados como Rogério da Silva Mendonça, 36, conhecido como Tatu, e Deibson Cabral Nascimento, 34, chamado de Deisinho.

Ambos haviam sido transferidos do Acre para o presídio em Mossoró, cidade localizada a 281 quilômetros de Natal (RN), após uma rebelião que deixou cinco pessoas mortas em julho do ano passado. Segundo as investigações, eles são ligados ao Comando Vermelho.

Integrantes da cúpula das investigações afirmaram que os dois fugitivos usaram uma barra de ferro retirada da estrutura da própria cela para escavar o buraco da luminária pelo qual conseguiram escapar. Os detentos teriam conseguido a barra de ferro, de cerca de 50 centímetros, descascando parte da cela que já estava comprometida, devido a infiltração e falta de manutenção.

Depois, afirmam investigadores, eles amarraram um tecido azul do uniforme na ponta da barra, para servir de empunhadura.

Com uma ponta em forma de alavanca, eles teriam conseguido retirar a luminária do local e, com a força da barra, abrir a curvatura do buraco, até ter tamanho suficiente para passar o corpo.

Os dois fugitivos ainda não foram capturados.

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