Cidades

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Fique de olho no óleo da sua motocicleta

Fique de olho no óleo da sua motocicleta

Redação

29/01/2010 - 01h48
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“Eu troco o óleo toda semana”. “Não deixo passar dos 1.000 km”. “O ideal é trocar na metade do recomendado pelo fabricante”. Esses são apenas alguns dos mitos que existem sobre a troca de óleo nas motos. Perdido no meio dessa confusão toda, o motociclista, que se preocupa com a manutenção do seu veículo, fica sem saber qual a hora certa de troca o óleo de sua moto. A dúvida não deveria nem existir, afinal em todo “Manual do Proprietário” que acompanha as motocicletas há as recomendações dos fabricantes sobre o óleo correto e o intervalo entre cada troca de óleo. Mas o que fazer quando até mesmo na própria concessionária autorizada o mecânico recomenda substituir o fluido antes do recomendado? “Realmente, 90% dos mecânicos que recebem treinamento trocam na metade do intervalo recomendado”, admite Alexandre Hernandes, Instrutor Técn ico da Yamaha Motor. Responsável por capacitar os mecânicos das oficinas autorizadas, Alexandre afirma que isso acontece porque os mecânicos acreditam que dessa forma o motor dura mais. “Essa ideia vem da década de 80 quando os óleos duravam menos. Agora a tecnologia dos óleos evoluiu muito e o fluido dura mais”, explica. Ao longo dos anos, assi m como as motos, os óleos evoluíram. Tanto na viscosidade como nas especificações da API (American Petroleum Institute). “Antes os óleos atendiam normas mais antigas da API, agora o Yamalube, óleo recomendado pela Yamaha para suas motos, atende à norma SL, quer dizer uma especificação mais moderna, o que permite um maior intervalo na hora de trocar o óleo”, ressalta o Instrutor da Yamaha. Nas motos de baixa cilindrada da marca, como por exemplo, a YBR 125 Factor, a fábrica recomenda a troca de óleo a cada 3.000 km – exceto na primeira troca que deve ser feita aos 1.000 km junto com a revisão. Porém, uma rápida visita aos fóruns na internet ou uma conversa com motociclistas mostra que a maioria faz a substituição a cada 1.000 km, inclusive com recomendação da concessionária. “Os concessionários recomendam isso porque sabem que a maioria dos clientes não verifica o nível do óleo entre as trocas. Então para evitar problemas recomendam que se troque o óleo na metade do tempo”, justifica Alexandre. Alexandre aproveita para alertar os motociclistas: “mesmo que a troca seja recomendada a cada 3000 km o motociclista precisa verificar o n ível de óleo periodicamente e, se necessário for, completar com o mesmo óleo utilizado”. Se o motociclista utilizar um óleo diferente, o fluido pode perder suas características, alerta ele. O engenheiro da Honda Alfredo Guedes faz coro e admite que a troca do óleo antes mesmo que o recomendado pela montadora também acontece em concessionárias da marca. “O consumidor é resistente a mudanças. Antes, quando o óleo tinha especificação inferior, a troca devia ser feita aos 1500 km. Desde a CG 150, passamos a recomendar o óleo Mobil Super Moto 4T que tem viscosidade 20W50 e atende à norma API SF, portanto as trocas passaram para cada 4000 km. Com exceção da primeira que deve ser feita obrigatoriamente aos 1000 km ou após seis meses.”, explica Guedes. A validade do óleo também é outro fator a ser levado em conta. Após sair da embalagem o óleo dura seis meses. Mesmo que a moto não rode a quilometragem indicada, depois desse período o óleo deve ser substituído. O óleo certo Alfredo Guedes também alerta para o uso do óleo correto, ou seja, aquele recomendado pela montadora. “O consumidor deve sempre usar o óleo recomendado pelo fabricante. Pois já fizemos exaustivos testes em bancadas, ou rodando em condições severas.

Veja o vídeo

Vazamento de combustível origina incêndio de grande proporção no Indubrasil

Combustível foi derramado na pista e rastro de fogo se formou no local, além de uma densa fumaça preta que pôde ser vista de várias regiões de Campo Grande

24/07/2024 18h31

Incêndio gerou fumaça preta que pode ser vista em várias regiões de Campo Grande

Incêndio gerou fumaça preta que pode ser vista em várias regiões de Campo Grande Foto: Reprodução

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Um incêndio de grandes proporções atingiu a área de empresa na região do Indubrasil, em Campo Grande, no fim da tarde desta quarta-feira (24).

Uma fumaça preta se formou no local e pôde ser vista de várias partes da Capital, chamando a atenção de moradores.

Conforme informações apuradas pelo Correio do Estado, equipes do Corpo de Bombeiros foram encaminhadas para o local e, até a publicação desta reportagem, não há informação se há feridos ou pessoas intoxicadas.

A região concentra várias empresas, no Polo Industrial Oeste, e informações de testemunhas é de que as chamas teriam iniciado em uma carreta bitrem que transporta combustíveis, ainda dentro do pátio de uma empresa de produção de derivados de nafta petroquímica e solventes especiais.

Uma testemunha afirma que o motorista da carreta conseguiu conter o vazamento e tirou o veículo do pátio, para evitar que houvesse alastramento das chamas para o prédio.

No entanto, houve vazamento de combustível em um trecho da via por onde a carreta passou.

Em vídeo encaminhado ao Correio do Estado, é possível ver o rastro de chamas. Nas imagens também é possível ver a densa fumaça preta que se formou no local.

Informações preliminares são de que o motorista não sofreu ferimentos.

O Corpo de Bombeiros trabalha no combate às chamas e atendendo possíveis vítimas que possam ter se intoxicado com a fumaça.

As causas e circunstâncias do incêndio serão apuradas.

 

Mato Grosso do Sul

Bombeiros de sete estados reforçam combate ao fogo no Pantanal

Especialistas em incêndios florestais de Goiás estão atuando desde quarta-feira (24) no Pantanal sul-mato-grossense; militares de outros estados devem chegar até o fim de semana

24/07/2024 18h20

Divulgação/CBM

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Com focos de incêndios ativos no Pantanal de Mato Grosso do Sul, bombeiros do Goiás e Paraná chegaram para reforçar a frente de combate. A ação vem para tentar evitar a propagação do fogo diante das condições climáticas propícias.

O estado de Goiás enviou oito militares que fazem parte da Guarnição de Combate a Incêndios Florestais (GCIF), que iniciaram os trabalhos, nesta terça-feira (23) na região de Maracangalha, localizada aproximadamente a 50km de Corumbá.

Conforme conticiado pelo Correio do Estado, somente nos últimos dois dias nesta semana  9,7 mil hectares foram consumidos pelo fogo

Reforço

Ainda, estão previstos a chegada de 12 bombeiros do Paraná que estão no trecho e devem chegar na quinta-feira (25), em Corumbá. 

Outro grupo, com 12 bombeiros do Paraná, já está em deslocamento para Corumbá, com previsão de chegada amanhã (25).

"A previsão é de que todos sigam direto para Corumbá. O pessoal do Paraná confirmou que dia 26 estará disponível para a operação", explicou a tenente-coronel Tatiane Inoue, diretora de Proteção Ambiental do Corpo de Bombeiros Militar, responsável pelo monitoramento e ações de combate aos incêndios florestais em Mato Grosso do Sul. 

A diretora de Proteção Ambiental do Corpo de Bombeiros Militar, que comanda as ações,  Tatiane Inoue relatou que até o dia 26 de junho os paranaenses somam esforços contra o fogo na região. 

Ao todo virão bombeiros dos seguintes estados:

  • São Paulo;
  • Sergipe;
  • Pará;
  • Rondônia;
  • Paraíba.

 

O Corpo de Bombeiros Militar do Paraná enviou ao Estado, quatro guarnições, e equipamentos específicos, para colaborar nas ações de controle e extinção do fogo no Pantanal. "Neste momento estamos na rodovia, deslocando até o Pantanal, com previsão de chegada no fim da tarde de amanhã (25). Estamos levando diversos equipamentos de combate a incêndio florestal, material de comunicação, EPI, para podermos auxiliar", disse o capitão do Corpo de Bombeiros do Paraná, Alexandre Cavalca.

Condições climáticas

A Cidade Branca padece com altas temperaturas como nesta quarta-feira (24) em que os termômetros no meio da tarde atingiram 36 °C com sensação térmica de 40°C, segundo informou ao Correio do Estado, meteorologista Natálio Abrahão.

Além disso, o município ficou entre os mais secos do Estado com a umidade relativa do ar em 14%, o que favorece a expansão das queimadas no Pantanal.

No dia anterior 23 de julho, a temperatura seguiu severa com o termômetro indicando 33°C, e rajadas de vento que atingiram  30 km/h, condições propícias para que aumentem os focos de incêndio. 

Para evitar o alastramento os bombeiros intensificaram as ações de combate juntamente com andamento na parte de monitorar e manter rescaldo de áreas que foram atingidas anteriormente. 

Neste momento, os militates trabalham nas proximidades da Fazenda Caimã, região localizada nas proximidades do Porto da Manga e as seguintes localidades:

  • área de adestramento do Rabicho;
  • região da Maracangalha.

114 dias de combate

A Operação Pantanal completou nesta quarta-feira (24) 114 dias de atuação de combate aos incêndios florestais. Ao todo atuaram 500 militares durante este período.

O fogo começou no Pantanal em abril, juntamente com aquele período são mais de 1 mil bombeiros envolvidos.

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