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AERO RANCHO

Fogo iniciado em fiação consome galpão e casa em minutos e trabalhador perde tudo

Somente uma Kombi e uma moto conseguiram ser salvas
23/04/2020 15:01 - Fábio Oruê


 

Incêndio consumiu um galpão e um “puxadinho” em uma empresa de refrigeração, no Aero Rancho, em Campo Grande, no fim da manhã de hoje (23). O dono, que pediu para não ser identificado e não quis dar declarações à imprensa, só conseguiu tirar uma Volksvagen Kombi e uma moto de dentro do local antes que o fogo tomasse conta. 

Segundo informações do Corpo de Bombeiros, o trabalhador estava com uma lixadeira ligada e por conta da um curto-circuito a fiação pegou fogo. “Ele disse que o fogo atingiu algumas roupas e rapidamente chegou ao teto e o forro do cômodo ficou em chamas”, relatou a tenente do Corpo de Bombeiros, Janaíne Penteado. 

 
 
 

Em poucos minutos, as chamas consumiram o galpão onde ficavam os materiais e eletroeletrônicos de trabalho da vítima e também uma kitinet com alguns cômodos. “Deu perda total”, classificou a tenente. Segundo Jhonny da Silva, amigo do empresário, no local haviam aparelhos, como fogões e refrigeradores, de clientes, que se perderam com o incêndio. 

“Quando eu cheguei aqui estava no comecinho [do incêndio]. Nós tiramos a Kombi e a moto e depois não deu tempo de tirar mais nada, o fogo já estava muito alto”, contou ele ao Correio do Estado. 

 
Incêndio no Aero Rancho - Valdenir Rezende
 

Em cerca de 20 minutos os bombeiros conseguiram controlar o fogo e faziam o trabalho de rescaldo no local, que deve ter de 12x15 metros. Foram necessários 20 mil litros de água, um efetivo de 16 militares e 6 viaturas na ocorrência. 

Felpuda


Embora embalada por vários “ex”, pré-candidatura a prefeito de esforçada figura não deslancha. É claro que ninguém ousa falar em voz alta que o apoio, em vez de alavancar os índices com o eleitorado, está é puxando para baixo. Uns dizem que o título do filme “Eu Sei O Que Vocês Fizeram no Verão Passado” retrata bem a situação. Outros complementam: “... na primavera, no outono, no inverno...”. Como diria vovó: “Aqui você planta, aqui você colhe!”.