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Garras apura caso de agente que matou suspeito de roubo

Garras apura caso de agente que matou suspeito de roubo

VANYA SANTOS

31/05/2011 - 08h41
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O Grupo Armado de Repressão a Roubos, Assaltos e Sequestros (Garras) está apurando o caso em que um dos seus policiais - Walter Hugney Silva Gomes - matou Leandro da Silva Pinheiro, 28 anos, e baleou Leandro Oliveira Silva, 21, na madrugada de domingo, na Coophavila II, em Campo Grande, numa suposta tentativa de assalto. A ocorrência está registrada como resistência seguida da morte. A assessoria da Polícia Civil informou que, se no decorrer do inquérito for constatado infração administrativa, o investigador terá que explicar o caso à Corregedoria.

O responsável pela assessoria de comunicação da Polícia Civil, delegado Jefferson Luppi, alegou que o investigador emprega a arma de fogo para quebrar a resistência do suspeito e que o resultado morte pode acabar ocorrendo. “Nenhum policial atira para matar”, garantiu.
Já o adjunto do Garras, Rodrigo Yassaka, que investiga o episódio, explicou que o policial estava de folga no momento dos fatos. O delegado contou que o investigador não conhecia os acusados, percebeu que estava sendo seguido - a placa da moto estava tampada com saco plástico - e que seria assaltado. “Ele reduziu a velocidade do carro, os dois passaram e pararam à sombra de uma árvore. O policial então seguiu e viu a arma em pé, apoiada no banco da moto, entre os dois”, contou.

Walter parou próximo ao posto da Polícia Militar porque o local seria estratégico para pedir apoio durante abordagem. “O garupa da motocicleta sacou a arma e apontou para o policial, que atirou. Os dois rapazes estavam com duas munições calibre 12 nos bolsos”, explicou o delegado, garantindo que o investigador agiu em legítima defesa diante de uma preparação que culminaria em roubo.

Leandro da Silva morreu no local, enquanto Leandro Oliveira fugiu baleado. Rodrigo Yassaka contou que o segundo envolvido pediu socorro no Bairro Vila Kelly e os moradores acionaram a PM. Uma guarnição que voltava da Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário seguiu até o local e pediu socorro médico para o acusado.

O fato de o próprio Garras investigar uma situação que envolve atuação de um investigador lotado na unidade é considerado “legal e normal”, conforme o titular da delegacia, Ivan Barreira, que não vê nisso um corporativismo. “Nós sempre investigamos as prisões feitas por nossa equipe”, ressaltou. Já o corregedor da Polícia Civil, delegado Benjamin José Machado, garantiu que a prática é legal e que toda delegacia tem autonomia para proceder desta forma.

Matéria publicada no jornal Correio do Estado 

Cidades

Deputado propõe regulamentar a criação de aves exóticas e domésticas em Mato Grosso do Sul

Caso aprovado o projeto, eventos que envolvam concentração de aves de espécies exóticas ou domésticas serão realizados apenas mediante autorização dos órgãos executores de sanidade agropecuária

29/02/2024 17h22

Cisnes, Gansos e Calopsitas são algumas das espécies consideradas exóticas

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O deputado estadual, Jamilson Name, encaminhou à Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (Alems) um Projeto de Lei que propõe regulamentar a criação e manutenção em ambiente doméstico, de aves exóticas e domésticas para fins ornamentais, de canto ou como animal de estimação em todo o Estado de Mato Grosso do Sul.

Segundo o texto, fica a dever do poder público estimular a formação, o funcionamento e construção de criadouros para fins econômicos, sendo esta atividade ou empreendimento não considerada potencialmente causadora de significativa degradação do meio ambiente.

O regramento elaborado pelo poder público deverá favorecer as atividades econômicas.

O projeto diz ainda que a criação e manutenção sob cuidados humanos das espécies de aves domésticas, é isenta da gestão e controle pelos órgãos ambientais.

A gestão e o controle da criação de aves de espécies exóticas para fins ornamentais, de canto ou estimação (excluindo as espécies consideradas domésticas), ficará sob competência dos órgãos ambientais, que deverão estabelecer as respectivas normativas para o setor, com a participação de entidades constituídas de representantes dos criadores.

As criações poderão ser localizadas em áreas rurais ou urbanas, sendo os criadouros em áreas urbanas dependentes de autorização das autoridades municipais competentes. 

O texto também afrma que entidades representativas que agreguem criadores de aves de espécies exóticas e domésticas, desde que legalmente constituídas, vão ter legitimidade para defender os interesses dos criadores perante a justiça e a administração pública.

Caso aprovado o projeto, as exposições, torneios de canto, campeonatos e outros eventos que envolvam concentração de aves de espécies exóticas ou domésticas serão realizados apenas mediante autorização dos órgãos executores de sanidade agropecuária.

Como justificativa, o deputado alegou que o Projeto de Lei atende a uma solicitação da Federação Ornitológica do Brasil (FOB), que pedia justamente por uma normatização da criação e manutenção, em ambiente doméstico, de aves exóticas e domésticas para fins ornamentais, de canto ou como animal de estimação.

Confira quais são as aves consideradas de espécies domésticas:

Estragos

Governo do Estado reconhece situação de emergência em Iguatemi

No dia 19 de janeiro, o município foi atingido por uma forte tempestades que acarretou danos em áreas urbanas e rural

29/02/2024 16h00

A Constituição Federal, os agentes da defesa civil em caso de risco iminente estão autorizados a entrar nas casas para realizar vistorias e em caso de risco a segurança determinar a evacuação do imóvel Divulgação / Defesa Cívil

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O Governo de Mato Grosso do Sul reconheceu a "situação de emergência" no município de Iguatemi em decorrência das chuvas tanto em áreas urbanas como rurais. 

No dia 19 de janeiro, o município foi atingido por uma forte tempestades que acarretou danos em áreas urbanas e rural. Conforme a publicação deita no Diário Oficial, desta quinta-feira (29), os prejuízos causados ultrapassam a capacidade de uma resolução apenas por parte de Iguatemi. 

A publicação levou em conta o parecer da Defesa Civil Municipal que emitiu um parecer técnico decretando a situação de emergência. 

"Art. 1º Reconhece-se a “Situação de Emergência”, pelo prazo de 180 (cento e oitenta) dias, em partes das áreas urbana e rural do Município de Iguatemi-MS afetadas por desastre, classificado e codificado como Tempestade Local Convectiva - “Chuvas Intensas” - COBRADE - 1.3.2.1.4, conforme Portaria nº 260, de 2 de fevereiro de 2022, do Ministério do Desenvolvimento Regional, e informações contidas no Formulário de Informações do Desastre (FIDE), registrado no Sistema Integrado de Informações de Desastres (S2ID)". 

A partir do reconhecimento, a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil (CEPDEC/MS) assume a coordenação das ações necessárias de todos os órgãos do Estado nas ações cabíveis para lidar com a reabilitação e reconstrução dos locais e áreas afetadas. 

Divulgação / Defesa Civil

Ainda, de acordo com a Constituição Federal, os agentes da defesa civil em caso de risco iminente estão autorizados a entrar nas casas para realizar vistorias e em caso de risco a segurança determinar a evacuação do imóvel. O agente que não cumprir o seu dever ou se omitir com relação a situações que possam colocar em risco a vida dos populares será responsabilizado. 

Com relação aos gestores, quando casos de emergência ou calamidade pública são reconhecidos, fica dispensado processos de licitação devido à urgência na resposta de salvaguardar a população, conforme o inciso VIII do art. 75 da Lei Federal nº 14.133, de 1º de abril de 2021.

 

 

 

 

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